O mal e o bem da internet: da voz indiscriminada aos imbecis ao fim da ditadura da imprensa formal

Band/Divulgação

Em 2015, o grande pensador italiano Umberto Eco disse que as redes sociais deram o direito à palavra a uma legião de imbecis, que antes só falavam nos bares sem prejudicar a coletividade.

Disse também que as escolas deveriam ensinar o letramento digital e que a imprensa formal precisava criar equipes de especialistas para filtrar e verificar os dados disponíveis online”.

Verdade verdadeira. A imprensa formal não acatou a sugestão e foi engolida pelas redes. Por outro lado, graças à internet e às redes, o poder quase que ditatorial da imprensa foi reduzido a quase pó e deu voz e visualização a muita gente boa que usa bem as redes.

Lembrei disso ao ver este vídeo, resgatado pelo Futebol Nostálgico

@futnostalgico em que a Renata Fã, hoje nome de destaque como âncora do esporte da Band, em 1999, declara amor ao Corinthians, apesar de ser, em primeiro lugar, torcedora do Internacional.

Como a entrevista era para o Régis Resing, na época repórter nacional da Globo, na parceria com a RBS, ela nem pestanejou ao encher a bola do “Timão” e com isso ganhou visibilidade nacional, especialmente em São Paulo, a capital econômica do Brasil.

Atualmente, com a internet e as redes, isso não seria mais preciso. Ou não?

https://twitter.com/chicomaiablog/status/2107966364421968195/video/1

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