A história segue o seu curso. No dia 18 de julho de 1971 Pelé se despedia da seleção brasileira contra a Iugoslávia, num 2 a 2, no Maracanã, para um público pagante de 138.575, que gritava: “fica Pelé… fica Pelé…”.
Além de Pelé, Minas tinha mais dois em campo, titulares: Piazza e meu conterrâneo Vaguinho (de Sete Lagoas), ex-Democrata, Atlético e Corinthians.
O Brasil jogou com: Félix, Zé Maria (Eurico), Brito, Piazza e Everaldo (Marco Antônio), Clodoaldo, Gérson e Zequinha, Vaguinho, Pelé (Claudiomiro) e Rivelino. O técnico era Zagallo.
Esta noite é a vez de Messi se despedir, no Monumental de Nuñes, contra a seleção do Benin.
Com a bandera das Ilhas Malvinas presente!.
O hino da Argentina, cantado com toda força pelos “Hermanos” agora há pouco.
Messi merece todas as homenagens:

CONMEBOL
“. . . Ouçam, mortais, o clamor sagrado
Liberdade! Liberdade! Liberdade!
Ouçam o som das correntes partidas
Vejam a igualdade nobre no trono
Seu trono digno já foi aberto
As Províncias Unidas do Sul
E os povos livres do mundo respondem
Ao grande povo argentino, um brinde!
Que os louros sejam eternos
Que soubemos conquistar
Coroados de glória vivamos
Ou juremos pela glória morrer! . . .”
https://twitter.com/chicomaiablog/status/2107625377401122867/video/1


One Response
As despedidas de Pelé e Messi ficarão eternizadas, tais quais as compras de arbitragens pagas pelo time celeste.
#ceccomprouepagouarbitragens