Depois de treino da seleção brasileira na Olimpíada de Sydney2000, antes da eliminação por Camarões, em Brisbane, Ronaldinho Gaúcho, aos 20 anos de idade. Entre eu (esq.), o repórter Alípio Nogueira, na época da Rádio K, de Goiânia, e dois companheiros de quem não lembro o nome neste momento.
Eu era da Rádio AlvoradaFM e Jornal Hoje em Dia. E tive o prazer de cobrir essa Olimpíada, também, para a 98FM, comandada na época pelo Felipe Barreto “Felipão”. E obviamente cobri também para o nosso @jornalsetedias e @7diasnews que novembro completará 35 anos, toda sexta-feira, nas bancas.
Neste novo ciclo da seleção brasileira sob Ancelotti, o time empatou uma e venceu outra a Austrália e enfrenta a Índia neste sábado, em Calcutá. Jogos para a CBF ganhar muito dinheiro e para o treinador testar jogadores, cuja maioria não estará na seleção na Copa de 2030, por falta de futebol.
Mas o que me fez assistir boa parte do jogo em Brisbane, na vitória de 4 a 2, foi a ótima recordação que tenho dessa bela cidade da Gold Coast, uma das mais belas regiões da Austrália.
Estive lá durante os jogos Olímpicos de Sydney’2000. A seleção brasileira, comandada por Vanderlei Luxemburgo jogou lá e tinha jogadores como Ronaldinho Gaúcho, Alex e outros grandes craques. Vanderlei era o técnico mais badalado do país, mas cavou lá a sua sepultura na seleção.
Neste estádio de Brisbane, o Brasil passou por um dos grandes vexames de sua história: mesmo com dois jogadores a mais em campo foi eliminado por Camarões na “morte súbita”. O time africano tinha Samuel Et’o como titular olímpico.
A seleção nesta partida: Hélton; Baiano, Fábio Bilica (Lúcio), Álvaro e Athirson (Roger Flores); Fábio Aurélio, Marcos Paulo, Fabiano e Alex; Lucas (Geovanni) e Ronaldinho.

Em 2000 a relação imprensa/jogadores de futebol era assim: aguardo a minha vez, enquanto Ronaldinho Gaúcho dá entrevista ao amigo Giuzeppe Tomaso, carioca que adotou o Pará e foi adotado pelo estado há quase quatro décadas. Grande nome da Rádio Clube de Belém e da @tomazaotv



3 Responses
Muito bom abrir sua caixa de sapatos (acho que nem existe mais, né ?) cheia de fotografias antigas e registrar tudo aqui no blog.
Daqui a 30 ou 40 anos seus descendentes não darão importância nenhuma e sumariamente jogarão no lixo, infelizmente.
Aqui, nesse espaço cibernético, não – estarão registradas para sempre e para qualquer pessoa que se interessar.
Continue, Chico.
Chico, bom dia. Você poderia fazer toda sexta, ou de quinze em quinze dias, cantinho da recordação , informando sobre o pessoal da imprensa do passado. Como estão atualmente, informando também infelizmente , aqueles que já nos deixaram. Poderia falar também , da movimentação atual do jornalismo mineiro, audiência das rádios, tv, seria legal saber dessas informações, não focando numa rádio ou tv ou jornal, mais em geral. Não esquecendo do interior também. Obrigado.
Bela recordação, Chico! Uma viagem à Austrália deve ser inesquecível.
Estou aqui, ansioso pela volta do futebol de verdade do Brasileiro, Copa do Brasil e Sula.
Ouvindo agora a resenha de esportes da rádio 98, os caras estão debatendo os efeitos da falta da grana das bets nos campeonatos estaduais.
Se realmente o decreto que proíbe essas apostas acabar com os estaduais, eu vou colocar uma estátua de todos os responsáveis na minha sala.
Seria uma benção para o futebol do país, para o calendário de todas as competições, para os clubes, para a humanidade! Mas eu duvido. Entre muitos daqueles argumentos estúpidos que se perpetuam na nossa imprensa nanica e subserviente, acabei de ouvir o velho chavão de que o estadual é a chance do torcedor do interior ver de perto seus ídolos. É de chorar. Num estado com 853 (OITOCENTOS E CINQUENTA E TRÊS!) municípios, as duas equipes da capital jogam em, no máximo, SEIS cidades! Isso quando a própria equipe do interior não traz seus mandos de campo pra BH. E não adiantam argumentos sólidos pra livrar a cara dos grandes times desse estorvo. Todos estão vendo que o tri-rebaixado se estrepou na temporada por causa do esforço pra ganhar o rural. E o Atlético está com água no pescoço pela falta de datas para os torneios que disputa. Mas nada adianta, os energúmenos continuam defendendo o modelo que arrebenta com os principais clubes. Vamos repetir a fórmula mágica? Um rural que dure o ANO INTEIRO sem a presença suicida dos clubes das séries A e B. Talvez por ser tão simples e lógica, não funcione nesse arremedo de nação.