O VAR e seus mistérios: marcações que são revoltantes, e não marcações, mais revoltantes ainda

Muiita gente pensou que o VAR evitaria confusões de arbitragens como a famosa do estádio Serra Dourada, no Atlético x Flamengo, em 1981. Ledo engano. (Foto/reprodução: revista Placar)

Diz o conterrâneo João Guimarães Rosa: “Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa.”. Eu também!

Na imprensa e entre os torcedores, há várias correntes de pensamento sobre o VAR. Para mim, foi criado para complicar e não facilitar. Se a ideia era acabar ou diminuir as injustiças e “erros”, só aumentou as polêmicas e dúvidas, para não dizer suspeições. Há marcações que são revoltantes, e há não marcações, mais revoltantes ainda.

Tem gente que entende que o VAR chegou para facilitar manipulações; uma ferramenta para oficializar certos beneficiamentos.

Walter Clark, o diretor da Globo que revolucionou a TV brasileira nos anos 1970, e foi vice-presidente do Flamengo no início dos anos 1980, escreveu no livro de memórias dele, “O Campeão de Audiência”: “se pensam que não se compra mais árbitros, estão muito enganados”!

Arnaldo Ribeiro é um dos melhores e mais sérios jornalistas do país. Dentre as várias funções e grandes veículos em que trabalhou, foi editor da Revista Placar, quando ela estava no auge.

Em debate no Canal Uol após a vitória do São Paulo sobre o Flamengo ele deu uma desancada no VAR e disse que transmissões ao vivo da TV podem influenciar decisões do VAR. E que até já perdeu emprego ao abordar este tema.

O perfil @sitesoutricolor postou o trecho.

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