Grapete marcando Tostão num clássico de 1969. Foto: terceirotempo.uol.com.br
Ele estava lá, no Manduzão, sábado, assistindo a vitória sobre o Pouzão. Aos 82 anos, José Borges de Couto, Grapete é um mito alvinegro. Só jogou no Galo, 17 anos, recusou proposta do Palmeiras, quando o futebol profissional começava remunerar melhor aos jogadores. O canal @pousoalegrenet o entrevistou depois do jogo, e peço licença para republicar aqui, numa homenagem a esse grande ser humano, um dos meus ídolos de infância. Graças a ele, e a todos daquele time de 1971, fui carimbado como Galo, até morrer!
O Thiago, do Canal Bica Galo, o entrevistou em Pouso Alegre ano passado. Ficou encantado com a simpatia e gentileza, desse camarada que era símbolo de raça com a camisa do Atlético: “Ele é um cara muito simples. Jogava porque amava. Um amador no profissional.”
Zagueiro símbolo da raça do Atlético, Grapete continua prestigiando o Galo, agora torcendo nos estádios.
— Chico Maia (@chicomaiablog) February 3, 2026
Ele estava lá, no Manduzão, sábado, assistindo a vitória sobre o Pouzão. Aos 82 anos, José Borges de Couto, Grapete é um mito alvinegro. Só jogou no Galo, 17 anos, recusou… pic.twitter.com/vCrEWLtr26

O Atlético representou o Brasil em amistoso no Mineirão em 1969, derrotando a Yugoslávia por 3 a 2. Grapete é o segundo, em pé, a partir da esquerda

O goleiro é meu conterrâneo e amigo Careca, no time que viria a se campeáo brasileiro em 1971, ao lado dele, Humberto Monteiro, Wanderley Paiva, Grapete, Vantuir e Cincunegui; Vaguinho, também amigo e conterrâneo, que depois se tornou ídolo no Corinthians, Oldair, Dario, Lacy e Tião Cavadinha.

Minha primeira lembrança do time Atlético. Até hoje guardo um cartão postal com essa foto, que me foi presenteado pelo amigo Volnei Vono, que há “séculos” não vejo, que morava na rua Capivari, na Serra, em Belo Horizonte.

Um dos grandes times da história do futebol brasileiro: Renato, Humberto, Grapete, Wanderley, Vantuir, Oldair e Telê Santana; Ronaldo, Humberto Ramos, Dario, Lola e Tião.



2 Responses
Porque no site da estatal Clube Atlético Mineiro não há um espaço para destacar os ídolos que construíram a história da agremiação? Para revelar aos mais jovens quem são eles e o que fizeram pelo time. Os que ainda estão vivos, melhor ainda. Podem ser homenageados e contar os detalhes das suas carreiras, dos grandes jogos e momentos que viveram com outros ídolos. Valeu demais esse registro com o Grapete!
Diretoria do galo tem que se mexer e trazer zagueiro, volante, e um meia, igual o lá do Chile, fica caro mas não pode contetar e achar que o time por ter melhorado não precisa reforçar nestas posições, o Alexander já machucou, Rural serve só pra isto, montando um time, se disparar no Brasileirão, consegue administrar contusões, seem material humano, vai ficar só na participação, não precisa gastar num jogador igual fez as Marias e o urubu, sampaolli consegue indicar bom custo benefício só olhar o Victor Hugo, deviam lembrar que o time campeão de 2021 foi ele que montou