Toninho Horta, como sempre, referência mundial da música instrumental

Quinta-feira estarei de volta às atividades normais em Minas. De amanhã a quarta-feira estarei em Lisboa.

Tenho perdido boas festas de confraternização por aí.

Uma delas, ontem, um Bazar, que era organizado todo final de ano pelo fotógrafo Eugênio Sávio, visando ajudar a famílias carentes, que se transformou em uma exposição.

Um grupo de amigos da fotografia, profissionais brilhantes do setor.

A abertura foi na Galeria Cícero Mafra, na rua Xingu, 487, Alto Santa Lúcia, Belo Horizonte.

O encontro de fim de ano que visava ajudar as pessoas foi acrescido de cultura e fotografias de alta qualidade.

Vale visitar e conhecer, começando pelo site com o catálogo da Exposição:

http://bit.ly/hizVt3

 

Por falar em Eugênio Sávio, ele vai promover outro grande evento, em Tiradentes, no começo de 2011, reunindo alguns dos maiores nomes da fotografia do Brasil.

Confira: 

http://fotoempauta.com.br/festival/

 

Agora comecei a volta a Minas Gerais pra valer!

Estou saindo de Nice, no sul da França, de volta a Milão, que está a 3h40 de carro.

Antes estive em Bolonha, cumprindo uma “ordem” da minha sobrinha Bruna, que estudou lá.

Realmente, uma cidade fantástica, onde, dentre tantas conversas, saiu o nome do Toninho Horta, como referência de qualidade do que há de melhor na música instrumental brasileira.

O mundo tira o chapéu para ele, que para nossa honra, é mineiro, de “Belzonte”, mais precisamente, Santa Teresa.

Americano, cuja mãe é atleticana das mais ferrenhas!

Nessa toada me deram uma dica de um site de buscas de toda música do mundo, que repasso aos senhores, porque vale a pena.

Neste site ouvimos tudo que tem lá do Toninho Horta, com repetição algumas vezes de “Manuel, o Audaz” e “Era só o começo do nosso fim”.

Eis o endereço e façam ótimo proveito: 

http://listen.grooveshark.com/#/album/Instrumental_Brasil/3886764

One Response

  1. A VERDADE SOBRE O ZEZE DA LAVANDERIA.A PF CONTINUA DE OLHO.

    Que Zezé Perrela falando em armação já pega mal nem precisa dizer.

    Poucos são os cartolas brasileiros com autoridade moral e credibilidade para tal.

    Mas pior é dizer que não iria mais “chefiar” a delegação brasileira que viajou para Qatar numa noite e, na outra, embarcar.

    O pior é que tem quem acredite em bufões como ele.

    Bufão, aliás, suficientemente complicado em inquérito da Polícia Federal, com seu irmão, por lavagem de dinheiro, evasão de divisas e enriquecimento ilícito.

    E que se a justiça esportiva fosse séria pegaria uma pena exemplar por falar o que falou.

    Pior que ele só mesmo o meia Roger, há anos um ex-jogador em atividade, desde que chutou por cima um pênalti para derrubar o técnico Passarella no Corinthians.

    Ele mede os outros por si para pregar marmeladas em jogos de profissionais.

    por Juca Kfouri às 00:44

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