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Os teóricos da bola, que integram as comissões técnicas atualmente. não permitem que os jogadores treinem esse fundamento, Dizem que correm risco de se machucar nas partidas seguintes. E a maioria dos treinadores aceita, respeita e obedece. O ex-lateral Nonato, falou sobre isso no podcast Prateleira de Cima. Ele trabalhava na base do Cruzeiro e ouviu isso ao sugerir ao técnico que treinasse mais cobranças de faltas e pênaltis.
Numa coluna do Milton Neves ele falou dos cinco melhores que viu. Roberto Carlos não consta. Ele cita o Pepe, que não tive o prazer de ver jogar, mas segundo o @procopiocardozo , era inigualável. Os outros, vi. Realmente excelentes: Nelinho, Zico, Marcelinho Carioca, Rivelino. Para mim, Roberto Carlos era superior ao Marcelinho.
Para mim, só Nelinho batia faltas melhor que Roberto Carlos. A diferença era que o ex-Galo e Cruzeiro era perfeito nas batidas com força e colocadas. Roberto Carlos era essa potência, como neste gol contra a França em 1997. Pena que no ano seguinte não teve uma oportunidade… pic.twitter.com/kxogSROMRX
— Chico Maia (@chicomaiablog) March 29, 2026



4 Responses
Uai… e o Eder?
Faltou o Éder.
Foi uma bela batida!
Essa batida de três dedos, de fora, é uma habilidade, que poucos têm!
Eu nunca fui jogador, profissional, sou amador, peladeiro, corneteiro, a gente mais faz raiva, nos amigos, do que alegria dentro de campo, é lógico.
Mas eu posso dizer, que aprendi a bater de trivela, alias, a lançar, nunca fui de finalizar, até porque, jogo mais na defesa, mais um lançamento, mesmo que seja, em linha reta, surpreende o marcador, ele acha que a bola vai sair, e quando vê, o atacante esta de frente pro gol, ou entrando livre na área.
De bate pronto, me vem a cabeça, o lançamento do Dátolo, no jogo do Campeonato Brasileiro, entre Atlético e Cruzeiro, em 2014, segundo jogo no returno do Brasileiro, Dátolo, pega de primeira, de trivela, manda a bola no terceiro pau, alta, somente um jogador acostumado a subir alto, e cabecear de testa no chão, faria aquele, gol, mas há controvérsias, porque o Carlos, cabeceou, fez gol, surpreendeu o Fábio, não sabia se cortava o cruzamento (acho que não chegava na bola) ou se tentava pegar a cabeçada, a defesa já toda vendida, pela habilidade do argentino!
Essa bola aí, o goleiro, ficou vendido, igual ao Fábio, e ela entraria de qualquer forma, no ângulo, como foi, ou no cantinho, não pela força, e nem pela velocidade, e sim pela trajetória, mas lógico, um chute naquela distância, requer uma força a mais, mas o mais importante, é acertar o pé com o lado de fora, bem no meio da bola, não é fácil!
Chico, bom dia. Tivemos muitos e excelentes batedores de falta no Brasil, mas Nelinho, Zico, Marcelinho Carioca, Eder Aleixo e Rivelino são os melhores que vi jogar e estão acima da média. Roberto Carlos batia muito bem, igual a Juninho Pernambucano, Neto do Corinthians, o mestre Dicá da Ponte Preta. Tinha também Roberto Dinamite do Vasco que fazia seus golzinhos de falta. Mendonça camisa 10 do Botafogo também fazia os seus. Mas os cinco melhores foram estes citados acima.