Sobre a seleção brasileira, Neymar e a Copa do Mundo 2026 – Parte 2

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Essa derrota serviu foi para aumentar o lobby fortíssimo pelo Neymar, que não tem jogado nem pelo Santos.

Essa história de “se levar tal jogador vamos ser campeões”, é a coisa mais ridícula que já ouvi. Em 2002, Romário estava em plena forma, mas Felipão não o considerava um jogador bom de grupo, que mais atrapalhava o ambiente do que agregava. O país inteiro queria Romário na seleção. O técnico suportou toda a pressão, popular e da imprensa. Não o convocou e o Brasil foi campeão.

E havia uma dúvida geral quanto a condição física do Ronaldo Nazário, que estava ainda em recuperação de uma cirurgia gravíssima, que o deixou um ano e meio no estaleiro.

Seleções como a do Brasil, Argentina, Itália, França, Alemanha, Holanda, Espanha e Inglaterra sempre são apontadas como favoritas em qualquer Mundial. Pela tradição da camisa ou pelo momento naquele determinado ano. Quando a bola rola, tudo muda. Os melhores exemplos que tenho na cabeça, são a França e Argentina, favoritíssimas ao título de 2002 no Japão/Coreia, e foram eliminadas na fase de grupos.

Em 1982 na Espanha, a Itália, que vivia uma das maiores crises da sua história até o início da Copa, foi campeã, depois de eliminar a maior favorita que era a seleção brasileira de Telê Santana e cia.   

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