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Essa derrota serviu foi para aumentar o lobby fortíssimo pelo Neymar, que não tem jogado nem pelo Santos.
Essa história de “se levar tal jogador vamos ser campeões”, é a coisa mais ridícula que já ouvi. Em 2002, Romário estava em plena forma, mas Felipão não o considerava um jogador bom de grupo, que mais atrapalhava o ambiente do que agregava. O país inteiro queria Romário na seleção. O técnico suportou toda a pressão, popular e da imprensa. Não o convocou e o Brasil foi campeão.
E havia uma dúvida geral quanto a condição física do Ronaldo Nazário, que estava ainda em recuperação de uma cirurgia gravíssima, que o deixou um ano e meio no estaleiro.
Seleções como a do Brasil, Argentina, Itália, França, Alemanha, Holanda, Espanha e Inglaterra sempre são apontadas como favoritas em qualquer Mundial. Pela tradição da camisa ou pelo momento naquele determinado ano. Quando a bola rola, tudo muda. Os melhores exemplos que tenho na cabeça, são a França e Argentina, favoritíssimas ao título de 2002 no Japão/Coreia, e foram eliminadas na fase de grupos.
Em 1982 na Espanha, a Itália, que vivia uma das maiores crises da sua história até o início da Copa, foi campeã, depois de eliminar a maior favorita que era a seleção brasileira de Telê Santana e cia.



3 Responses
Concordo com tudo sobre Neymar. Ele e o pai são os grandes campeões de negociação e de lobby.
Quanto á seleção, um ponto negativo e um positivo.
O negativo foi o choque que tomamos não exatamente com o conjunto, o entrosamento tático da seleção francesa, mas com a qualidade técnica dos jogadores franceses. Todos nós temos em nosso inconsciente a imagem do jogador brasileiro entortando os gringos com seu talento, sua ginga, seu bailado. Ontem, os brasileiros é que foram os cinturas duras enquanto os franceses davam aulas de dominar a bola, driblar, trocar passes rápidos, inverter posições. Pareciam brincar dentro de campo, como vários craques brasileiros fizeram em outros tempo nem tão distantes assim.
O ponto positivo vai para um lado mais, digamos, esotérico. Em todos os títulos mundiais conquistados pelo Brasil, a seleção foi para a disputa totalmente desacreditada e criticada pela imensa maioria de torcedores e “especialistas”. Depois que ganha, ninguém mais lembra da situação pré-copa. Foi assim em 70 (disseram até que o Pelé estava cego), em 94 (foi preciso criar um pacto de união do time a partir de um jogo em Recife, com aquela palhaçada de entrar em campo de mãozinhas dadas) e em 2002, com a crise Romário como você lembrou, Chico.
O favoritismo sempre nos fez quebrar a cara, como em 66, 82, 2006 e 2014.
Boa Tarde!!!
Em 2018, ou 19, eu fui ao Independência, ver um jogo, entre Atlético e Flamengo, o Galo estava em um momento, de baixa, mas tinha um bom time, Cazares, que considero, um craque, acima da média tecnicamente, pesava pro Galo, quando ele queria jogar, era de longe um jogador de destaque, porém, um atleta, desmiolado, cabeça cozida, e tudo mais.
O Flamengo, ainda não era essa potência toda que é atualmente, mas tinha o Vinicius Júnior, na ponta esquerda, e o Everton Ribeiro, na direita, que desequilibrava, e muito, para o time carioca.
Eu fui lá só para ver de perto, o que a imprensa brasileira inteira, falavam desse cidadão, Vini Jr, ná época, ainda o Vinicius Júnior.
Eis que o Flamengo, ganhou o jogo, por 1 a 0, gol do Everton Ribeiro, e o Vinicius Júnior, já até havia sido vendido, para o Real Madrid, mas só iria, pra lá em agosto, acho que o lateral do Galo era o Patricão, da Massa, do jogo:
Patric embolava na bola de um lado, Vini Jr, tropeçava na bola do outro, Cazares, naquelas noites, que não produzia, naquela ressaca, do caralho, e o Everton Ribeiro, foi quem realmente, fez uma diferença absurda pro Flamengo.
Eu nunca vi essa bola toda, que dizem do Vini Jr, até concordo, que lá no Real Madrid, dá uma impressão, de que ele é fora da curva, mais, ele joga do lado de jogadores muito fodas, inclusive esse Mbapé, que é uma espécie, de Ronaldo Fenômeno, não tem o mesmo patamar, técnico, e nem a habilidade, raciocínio, de antever, o lance, mas sem dúvida, alguma, é quem mais se aproxima, do Ronalducho.
Tira Mbapé, e mais três, ali do Real, e deixa o Vini Jr, tipo, o Hulk, aqui no Atlético, jogando “isolado”, recebendo bola quadrada, para ver se ele vai sobressair?
Neymar, quando tinha, vontade de jogar, não era podre de rico, e ainda queria, e sonhava em ser o melhor do mundo, na idade semelhante do Vini Jr, tinha potencial muito maior, ele sozinho, ganhou uma Libertadores pro Santos, e na seleção, faltou estratégia, nos melhores momentos, e depois acabou, tem uns no mínimo, uns 4 a 5 anos, que já era pro Netmar ter encerrado a carreira!
Você falou muito bem meu nobre Chico Maia, em 2.002 o Felipe Scolari tinha uma seleção de craques que mais tarde todos seriam eleitos os melhor do mundo, Ronaldo Fenômeno, Ronaldo Gaúcho, Rivaldo, Kaká e ainda tinha Roberto Carlos, Caju, Edimilson, Kleberson, Gilberto Silva, Lúcio, Roque Júnior e mais um monte de craques no banco. E hoje??? Neymar com um olho, sem um braço e com os tornozelos bichados e melhor que todos os que estão lá. Esse é o dilema, que Neymar é o maior craque dos últimos 15 a 20 anos ninguém discute, mas não existe nenhum jogador que faça 30% do que ele faz. Esse Vini Júnior não tem culhão para decidir nada.