Num “compacto” de vinil, com o hino de verdade do Clube Atlético Mineiro, a minha homenagem ao Galo, pelos 118 anos, hoje!

Presente do meu pai, saudosíssimo Vicente Barbosa Duarte, que não era atleticano, mas a irmã mais velha dele, tia Geralda, era demais.

Guardo essa relíquia há quase 60 anos, com o maior carinho, lembrando como se fosse hoje, o meu pai chegando de Belo Horizonte com este compacto que tinha acabado de ser lançado em “33 rotações”, pela gravadora CBS/Bemol.

E para todo atleticano que gosta de cantar o hino, aqui está, na contracapa desse compacto, a letra original, do Vicente Mota. Raramente ouve-se o hino cantado corretamente nas arquibancadas ou nas ruas.

O Atlético nasceu em 1908 e se tornou o gigante que é, graças à paixão e trabalho de milhões ao longo desse tempo todo, dentro e fora de campo. Na diretoria, nos gramados e principalmente na torcida, seja presencialmente ou de muito longe, só propagando ou adquirindo coisas do clube.

Mesmo nesses novos tempos, de Sociedade Anônima do Futebol – SAF -, o Galo é imortal, pode ter dono no papel, mas na prática não. As pessoas passam, a instituição fica!

7 Responses

  1. Estive na sede do Atlético, na noite de ontem(24/03/2026), não estava tão cheio como em outros anos, mas também, temos que contextualizar, que o clube expandiu, antigamente, se concentrava na sede, mineirão, agora com estádio, entre outros bares temáticos, espalhados por Belo Horizonte e região, além da dificuldade, de se “ir e vir”.

    Confesso, que bate uma boa lembrança, quando se aproxima da Olegário Maciel, próximo a principal, referência do clube, em 118 anos, são muito momentos, para citar, apenas um, me lembro perfeitamente, do dia em que organizamos, o simbólico, enterro, do Ricardo Guimarães, Sérgio Coelho, e Hissa Elias, no qual, o Atlético, havia caído, para segunda divisão, um protesto pacífico, entre atleticanos, que terminou, com Hino do Galo, e fomos em um bar, ali pertinho, mesmo, acho que ali, já começou o burburinho, de que somente o Alexandre Kalil, poderia resgatar a força do Atlético.

    Á época, colocaram o Ziza Valadares, um famoso, Boi de Piranha, para administrar o que seria, a redenção, o tiro saiu pela culatra, o Ziza foi colocado para fora do Atlético, lembro até de bandeira “Ziza 171”, mas ele era, o que hoje, o Paulo Bracks, é, para quem comanda o clube, por trás das “câmeras”, um famoso, Boi de Piranha, programado, apenas, para dizer, sim!

  2. É um hino bonito e empolgante, é preciso admitir.

    Mas vc tem razão, Chico – apesar de ter uma letra simples, fácil de guardar, raramente é cantado de forma correta.

  3. Chico, meu Pai, o saudoso Paulo Caldeira Brant, tinha um “compacto” deste. Quando o time ganhava, tocava na vitrola dele a tarde toda de domingo, kkkkkkkk!!! Não sei onde foi parar, porque depois da morte dele, alguns “pertences” foram distribuídos entre os irmãos. Deve estar com um dos três torcedores do Bica Bicudo da família. Meu pai era torcedor raiz, almofadinha para a arquibancada de cimento, radinho de pilha da moto rádio amarelinho, boné do bica bicudo, camisa do João Leite (era fá número 1 dele) aquela camisa cinza e lá ia o Sr. Paulinho acompanhado do seu irmão, meu tio Caldeira pro estádio domingo logo após o almoço de família. E quando eles chegavam, já buscavam o disquinho e colocava na vitrola RCA e não tinha hora para acabar. Tempos bons sem violência, sem brigas, sem agressões somente a alegria de uns e tristeza de outros. Parabéns ao seu time, o Bica Bicudo de MG. A grandeza de seu time passa pela grandeza do Cruzeiro.

  4. Hino do Galo num disco de vinil, radiola… disquinho colorido com a história da Dona Baratinha… Agora, saiu até uma lágrima do canto do olho de tanta saudade! Parabéns, Massa!!!

  5. Se o Atlético tivesse dirigentes – agora donos – vinte por cento mais honestos e cinquenta por cento mais inteligentes, seria um dos maiores clubes do mundo.
    Mas, ao longo desses 118 anos, especialmente a partir da inauguração do Mineirão, a instituição já se perdeu incontáveis vezes com figuras que entraram lá pra meter a mão e com outras que, se não fossem empresários no Brasil, estariam pedalando bicicletas de entregas pelas ruas de Londres ou Nova York.
    O dia é de festa e de esperança. Que o Barba consiga arrumar a atual equipe para ainda fazer um bom papel no restante da temporada e – com a ajuda dos santos da inteligência – esteja aqui pra montar um grande time em 2027.

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