Um dos motivos para acreditar que o Guilherme poderá se dar muito bem como executivo de futebol

Estou retornando de uns dias em Corumbau, no Sul da Bahia e ainda não sei bem quais serão as funções do ex-jogador no Atlético. Nem se o Paulo Bracks continua no clube; parece que sim. Uma certeza eu tenho: depois que parou de jogar, Guilherme vem se preparando para se recolocar como profissional no futebol.

Aos 52 anos, está migrando para a atividade de executivo, que os papagaios da imprensa passaram a chamar de “CEO”, repetindo o que os departamentos de marketing dos clubes determinam,

Inteligente que é, tem tudo para se dar bem. Conviveu com alguns dos melhores dirigentes e treinadores do futebol brasileiro.

Conhece os labirintos desse mundo complicado que é o futebol, em que não se monta times e se conquista títulos apenas dentro de campo. As manobras de bastidores, as vaidades e os interesses inconfessáveis são fatores tão importantes quanto a atuação dos jogadores com a bola rolando.

O Henrique Rocha postou um trecho de entrevista do Alexandre Kalil, em que ele explicita isso.

Vale demais a pena assistir.

Só faltou dar os créditos, não é caro @HenriquevRocha ?: essa entrevista do Kalil foi no episódio #12 do podcast “Prateleira de Cima”, apresentado por mim e pelo Régis Souto, no dia 20 de agosto de 2024.

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