Cruzeiro 3 x 2 Bahia. O futebol e a sua gangorra permanente. De herói a vilão (e vice-versa) em poucos minutos

@Cruzeiro

Este Cruzeiro 3 x 2 Bahia expressa bem o que é a realidade do futebol com os seus altos e baixos coletivos e individuais. Sem Matheus Pereira (suspenso, três amarelos), mas com Arroyo dando show. Aos três minutos de partida, o zagueiro Fabrício Bruno se machuca e tem que ser substituído. Entra o uruguaio Viña no lugar dele, mas vacila no primeiro lance e quase sai um gol do Bahia. O mesmo Viña que sofreria um pênalti mais tarde, que Kaio Jorge mandou quase por cima da arquibancada do Mineirão. O mesmo Kaio Jorge que marcou dois gols, um deles espetacular, depois de uma caneta impressionante no lateral Marcos Vitor.

Em caso de insucesso do time nesta partida, certamente sairia xingado do estádio.

O Bahia abriu o placar aos 31 do primeiro tempo num lance estranho: deu uma caneta no Zé Lucas, tentou cruzar, mas a bola foi em direção ao gol e enganou o Otávio.

Kaio Jorge empatou nos acréscimos, depois de tabelar com Arroyo e contar com uma ajuda do goleiro Ronaldo. Momentos antes, Fagner na cara do gol tinha cabeceado na trave baiana.

No segundo tempo, Bruno Rodrigues, que tem dado a volta por cima após graves lesões, vira a partida, de “peixinho”, aproveitando cruzamento do Arroyo, aos 23 minutos.

No “apagar das luzes”, o Bahia faz o segundo gol, com Véliz, de cabeça.

O Cruzeiro muito perto da vaga direta da Libertadores. Chegou a 60 pontos, terceiro colocado.

Os times:

Cruzeiro: Otávio; Fágner (Kauã); Jonathan, Fabrício Bruno (Viña), Rojas; Zé Lucas, Romero, Gérson (Lucas Silva); Kaio Jorge, Bruno Rodrigues (Matheus Henrique), Arroyo (Marquinhos).

Técnico: Artur Jorge

Bahia: Ronaldo Strada; Mascos Victor, Kanu (Román Gómez), David Duarte, Luciano Juba; Erick (Caio Alexandre), Acevedo (Jean Lucas), Rodrigo Nestor (Michel Araújo), Everton Ribeiro (Pulga); Cristian Olivera, Alejo Véliz.

Técnico: Rogério Ceni

@Mineirao

Com essa chuvarada toda em Belo Horizonte, o público ficou abaixo do normal que tem prestigiado o time no Mineirão

One Response

  1. Bem lembrado desta gangorra Chico. Mas o Cabuloso jogou bem, dominou o bahia e construiu uma grande vitória. De negativo mais um vez o Gerson. Parece entrar cansado em campo, pesado, sem força pra correr e pra definir a jogada. Sera que ele nao se incomoda com isso??!! Eu acho que nao. Ele so quer o dele no fim do mes e ta tudo certo.
    E a torcida fez uma justa homenagem ao Lucas Silva que entrou no lugar do Gerson gritando o nome do reserva. Esse honra e representa a instituição Cruzeiro.

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