Na reta final da Copa, preços dos ingressos variando entre R$ 4.500 a R$ 45 mil

Foto: Leo Perez

Isso, preços oficiais, já que no cambismo pode custar até mais.

Nessa cobertura da Copa 2026 tenho contado com vários “consultores” para os mais diversos temas de interesse geral. Amigos que adoram futebol e são muito bem informados sobre tudo. Cito dois, e aproveito para agradecê-los, penhoradamente: Alisson Sol, mineiro de Ituiutaba, fera do mundo digital, residente no exterior há quase 30 anos (Inglaterra e atualmente nos Estados Unidos), com história profissional nas big techs Google e Microsoft, principalmente. E o Leo Perez, da gestão empresarial, mas cuja riqueza maior no curriculum é ser filho do saudoso Rogério Perez, um dos maiores nomes do jornalismo de Minas e do Brasil, de quem herdou a curiosidade sobre tudo e o aprofundamento meticuloso por tudo que se interessa.

Deles vêm ótimas sugestões de pauta, já com informações mastigadas, que só me dão o trabalho de dar um trato jornalístico e publicar.

Essa, por exemplo, veio do Perez, que me faz lembrar 2009, quando Alexandre Kalil, disse que o futebol estava se tornando coisa de rico e que quem não tivesse dinheiro estaria afastado dos estádios “brevemente”. O então presidente do Atlético tomou porrada de todo lado, a realidade não demorou bater à porta, impulsionada por uma série de fatores, em especial pelo famoso “Padrão FIFA”, em termos globais, com reflexos no mundo inteiro.

“Boa tarde Chico! Gostou dos finalistas? Segue para você postar: a decisão da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina está custando a bagatela de $8.560,86 (R$ 45 mil na cotação do dólar, hoje), enquanto o ingresso mais barato para a disputa do terceiro lugar, entre Inglaterra e França, sai por $833 (R$ 4.500), dez vezes menos.

Essa diferença abismal ilustra a mercantilização do futebol moderno, onde o esporte deixa de ser uma paixão popular para se tornar um artigo de luxo inalcançável.

Em tempo, se a final fosse o valor da disputa do terceiro lugar ainda sim estaria super caro.”

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Que loucura. Quem tem dinheiro sobrando gasta à vontade, com o que quiser e que faça bom proveito. Eu, mesmo se tivesse todo o dinheiro do mundo, mesmo gostando de futebol, jamais pagaria por um ingresso caro desse jeito. Nem por esse “baratinho” da decisão do terceiro lugar entre França x Inglaterra.

A propósito, o Leo Perez é colunista do 7Dias News e a coluna dele hoje é sobre os finalistas da Copa. Ele apreoveita pra fazer uma bela homenagem ao pai dele, fã do Maradona.

Vale demais a pena ler, principalmente ele está escrevendo quase tão bem quanto ao pai, o Mestre Perez: https://7diasnews.com.br/colunistas/leo-perez-a-final-da-copa-que-desejei/ 

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