Pelé dá bicicleta vestindo a camisa da seleção brasileira contra a Bélgica, em 1965 | Foto: Alberto Ferreira/Coluna Elder Dias/Jornal Opção/Goiânia/31 dezembro 2023
Para quem conhece pouco ou nada sobre Pelé, veja que trabalho de resgate histórico sensacional do perfil Central Nick Ross (nome que homenageia um grande jogador escocês, Nicholas John Ross, do Século XIX). Parabéns ao criador do @nickrossbrasil , que postou: “Tudo o que você vê… pic.twitter.com/TrIb3QBx84
— Chico Maia (@chicomaiablog) April 29, 2026



3 Responses
Essa comparação é muito boa e oportuna, pois a “geração Z” acredita que o mundo começou nos anos 2000 e só existe aquilo que está nas redes sociais.
Acham que Neymarketing, Messi e Cristiano Ronaldo… são o suprassumo da arte de jogar futebol.
TUDO o que é feito, hoje, por esses jogadores superestimados, o Pelé já fazia na década de 60/70 e sem ter nutricionista, fisioterapeuta e cozinheiro particulares, sem usar caneleira, sem a medicina e os medicamentos modernos, sem os juízes terem cartões amarelo ou vermelho para advertir os jogadores violentos, sem VAR, sem chuteira levíssima e feita sob encomenda, sem uniforme dryfit e sem bola sintética.
Pelé foi gênio e fez muito mais que os jogadores atuais…sem ter toda a estrutura que esses comédias dispõem hoje em dia.
Não há comparação entre o Pelé e qualquer outro jogador, do passado ou do presente. Pelé foi e será o maior de todos os tempos.
O culto excessivo ao saudosismo do passado é um dos grandes problemas da nossa atualidade…para que comparar?para que acreditar que só o que é velho é bom ou pelo menos foi bom?
Pelé foi craque sim, mas lendo o comentário de um usuário, vejo que estamos errados quando falamos do passado ou mesmo quando destacamos o presente!
Temos a necessidade de querer que um seja melhor que outro e ponto…permos a capacidade aproveitar todos os bons enquanto vivemos de passado e memórias!
Que Deus me livre de ser um desses ai!
Chico, boa tarde. Deve ter uns 45 dias atrás, me encontrei com o Evaldo, camisa 9 do esquadrão azul que ajudou a enfiar 6×2 aqui e 3×2 lá em SP no placar agregado contra o Santos de Pelé em 1.966. Ficamos quase 2 horas entre vários cafés, torradas, pão de queijo e suco na lanchonete Mono na Ave. Augusto de Lima com Rua Paracatu. Evaldo mora no Santo Agostinho/Barro Preto e sempre o encontro andando ali pelas bandas do Barro Preto. Pessoa simples, carismática, inteligente, boa praça e de uma educação impar. Vendo esta postagem de Pelé, uma vez perguntei a ele sobre o Edson Arantes do Nascimento e ele falou me falou de uma forma bem simples: Ver aquele negão todo de branco jogar e correr, até os mais experientes do time na época não acreditavam na inteligência, força física, visão de jogo, explosão que o cara tinha além do mais um exímio finalizador. Evaldo conta que naqueles dois jogos do Cruzeiro os atletas jogaram tudo que podiam e um pouco mais, porque todos os olhos estavam em Pelé & Cia que já eram campeões dos libertadores e do mundo. Ele me falou que talvez por serem menos conhecidos para o time praiano, quando eles abriram os olhos, aqui já estava 6×2. E conforme Evaldo, Pelé sempre será o maior de todos. Gostem ou não, queiram ou não e enfrentar o Pelé e ainda por cima ganhar deles, foi a maior vitória da carreira do Evaldo.