Reprodução/Netflix
Não gosto de textos longos, mas neste caso, não tem jeito e para não cansar nobres leitores e leitoras, vamos por partes.
Entre todos os documentários que já assisti sobre astros do esporte, o do Ronaldinho Gaúcho está na prateleira de cima.
Especialmente aos atleticanos, que “andamos” tão carentes de alegrias dentro e fora de campo, ótimo momento para matar saudade, se alegrar e se emocionar.
E para aqueles que teimam em querer fazer o atleticano acreditar que o Galo nasceu em 2021 e não em 1908.
Aliás, agora entendi o porquê de o Atlético demorar tanto a sugerir o documentário em seus canais: o segundo episódio termina com a torcida chegando ao Independência, bandeirões tremulando e o grito “Eu acredito!!!”
E o terceiro começa com a saída dele do Milan, a quase assinatura de contrato na volta ao Grêmio, que não aconteceu, porque o chefão do clube italiano, braço direto do presidente Sílvio Berlusconi, Adriano Galliani, disse na coletiva de despedida em Milão, que Ronaldinho deveria voltar ao Brasil para jogar no Flamengo, porque tinha as mesmas cores do Milan, e que ele gostava do Flamengo. Bastou isso para mexer com o Flamengo, que se mobilizou e tirou o Grêmio da parada.
Mostra a curta passagem dele pelo clube carioca e os motivos da saída tumultuada de lá. A partir daí, só deu Galo no documentário.
Parece um especial sobre o Atlético e Belo Horizonte, mostrando detalhes que pouca gente sabia sobre a fórmula encontrada para trazer para Minas Gerais um dos maiores gênios da história do futebol mundial.
Aí cai a fala equivocada (pra não dizer um palavrão) de quem diz que se não fosse essa SAF “o Atlético teria acabado”. Mesma idiotice de quem diz que se não fosse o Ronaldo Nazário o Cruzeiro teria fechado as portas.

Entra em cena Alexandre Kalil, que apostou no tamanho e fidelidade da torcida, composta por pobres, ricos, remediados e por quem não tem quase nenhuma posse, mas que deixa de levar “leite pra casa” pra comprar um ingresso, como dizia nos anos 1980 Elias Kalil, que chorava ao ver o time perder um jogo importante e pedia desculpas ao torcedor, dizendo que a culpa era dele e que trabalharia melhor na sequência.



8 Responses
Acho que você “esqueceu” de citar, Chico, mas eu ajudo, lembrando que o nosso segundo melhor presidente da história (o primeiro foi o pai, Elias) falou essa merda aqui para quem quisesse ouvir: “futebol não é coisa de pobre”.
https://www.lance.com.br/atletico-mineiro/presidente-atletico-afirma-que-futebol-nao-coisa-para-pobre.html
Falou a verdade: “No mundo inteiro, futebol não é coisa para pobre.”
O que ele disse é simples de entender: se você quer um espetáculo de primeira, tem de pagar o preço de primeira. Alguém sempre está pagando. Ou é um bicheiro. Ou são os xeiques da Arábia, que hoje pagam Cristiano Ronaldo para jogar para estádios semi-vazios. Ou são empresas pagando (ou para propaganda, ou para ter custos e reduzir impostos). Ou, no último dos casos, é a torcida. E neste caso, se o espetáculo é de interesse, os que podem pagar mais vão ter a preferência.
Se isto não ocorre, você dilui o valor do espetáculo, e vai sofrer as consequências. Neste caso, Kalil tem razão, quer alguém gosta dele pessoalmente ou não.
Finalmente alguém que se deu ao trabalho de verbalizar em linguagem tão simples, algo tão óbvio. É uma pena, prezado Alisson Sol, que num país formado por 70% de analfabetos funcionais, “entender” o que se escreve ou o que é dito, com o que disse o Kalil, seja algo tão difícil. Permita-me parabenizá-lo pelo comentário. Abraços e uma ótima semana para você!
Chico, bom dia. Ronaldinho Gaúcho é um dos 15 maiores jogadores de futebol do mundo e está ao lado dos grandes gênios. Não vou listar todos aqui, porque pode ser que cometemos alguns equívocos, mas com certeza entre Pelé, Messi, Maradona, CR7, Ronaldo Fenômeno, Zidane, o Kaizer, Johan Cruyff ele estará. Assistir documentários de esportista é muito bom, indiferente se atuaram ou não no clube do coração. Têm vários documentários de Michael Jordan, Marodona, Muhammad Ali, Ayrton Senna, Fernando Alonso, Juan Manuel Fangio, Lewis Hamilton e muitos outros que são maravilhosos e espetaculares. Indiferente se ele jogou no seu time, sempre o tive como um grande ídolo do esporte bretão. E Alexandre Kalil, que tanta besteira falou, disse uma frase bem real. Futebol nunca foi para pobre e nos dias atuais menos ainda. Lembro que íamos de “geraldinhos” porque não tinha grana para ir de arquibancada. Hoje, com as arenas e seus confortos, ai sim que não é para pobre mesmo. Paga quem tem condições. Sempre foi assim. E não me venha disser que as coisas mudaram, porque tudo tem custo e no futebol, como na Formula 1, Basquete, Vôlei, tudo tem seu preço. Nunca consegui ver uma corrida de F1 ao vivo, é um sonho a ser realizado, porque acredito ser um esporte caro. Não podemos querer futebol de hoje com os preços de antigamente, porque tudo evolui, Basta ver que antigamente, esperamos a segunda feira para comprar o “bitoque” e ver as zueiras entre os clubes e hoje tudo é on line. Outros tempos. E para finalizar, eu nunca retirei o pão da boca dos meus filhos para dar ao futebol, mas sempre trabalhei muito para levar meus filhos e ver o Alex Talento Azul (fomos a todos os jogos em 2.003 aqui em BH) e depois repetimos a dose em 2.013 e 2.014, onde fomos a todos os jogos aqui em BH, já sendo sócio torcedor o que ajudava e muito. Mas hoje, com os clubes contratando pés de ratos achando que são craques, com a violência explodindo e com as campanhas dos últimos anos, prefiro hoje conforto de minha casa.
Boa Tarde!!!
Assisti, os três, episódios, e nesse documentário, meio, que deixa, claro, que para o Ronaldinho, os dois clubes onde ele realmente, conseguiu, entrar pela porta da frente e também, sair pela porta da frente, foi o Atlético, e o Barcelona, no Milan, também, porem, sem o protagonismo, que houveram nos outros dois.
Fiquei muito orgulhoso!
Fico, pensando, se o Hulk, vendo esse documentário, vai entender, a hora de parar…
Pedro Vitor, bom dia. Excelente colocação de sua parte. Alex Talento e Zico em vários podcast falaram que no final da carreira deles, quando já não conseguiam dar mais que dois passes certos, decidiram parar por cima e até hoje são ovacionados pelos clubes que jogaram. Mas não é o caso do Hulk, parece que ele não tem este “tino” e vai continuar sendo vaiado até alguem lhe mostrar que aos 40 anos, já deu !!!
acho que o hulk, infelizmente, não vai parar, provavelmente, sairá do Galo, e vai pra outro time mais acertado, e se bobear, ainda rende mais um ano ou dois, mas pela, linda história construída no Galo, seria realmente, muito bonito da parte dele, encerrar por aqui, e de preferência, sem cair para segunda divisão!
o Alex foi tão inteligente, que descartou o seu Cruzeiro, visto, que não tinha mais, como aumentar seus feitos, mas ainda mais, na minha opinião é o Ronaldinho, ficou 2 anos no Atlético, nunca perdeu como mandante, e ganhou praticamente tudo, perdeu uma Libertadores, onde o Victor falhou em 3 gols, e um Brasileiro, onde o Fluminense, foi ajudado pela turma da CBF, e ainda houve um complô, entre CBF, Flamengo, que atrapalhou diretamente o Atlético, na luta pelo título.