Hoje o esporte se despede de um gigante. Oscar Schmidt, o eterno Mão Santa, deixa um legado que vai muito além dos pontos, das vitórias e dos recordes. Tive o privilégio de encontrar o Oscar em diferentes momentos da minha carreira, sempre com conversas marcantes e aquela paixão pelo esporte que transbordava em cada palavra. Oscar tinha uma presença única. Inspirava pelo talento, pela personalidade forte e, principalmente, pelo amor verdadeiro ao jogo e ao Brasil. Um ídolo que abriu caminhos, que representou nosso país com orgulho e que continuará sendo referência para gerações. Meu carinho e minhas orações à família, aos amigos e a todos que tiveram a honra de conviver com ele. Descanse em paz, Mão Santa. Seu legado é eterno

Oscar na eternidade. Um gigante em todos os aspectos. Este curto vídeo postado pela @ESPNBrasil mostra um pouco do cidadão e atleta que ele foi: "Em 2013, ao entrar para o Hall da Fama da NBA, Oscar Schmidt fez discurso no qual explicou o motivo de nunca ter jogado na liga… pic.twitter.com/rIhEuwPiaE
— Chico Maia (@chicomaiablog) April 18, 2026



2 Responses
RIP
Jogou muito.
Foi sim o melhor.
Tem vários que chegaram muito perto, e Marcel (contemporâneo e com quem fez uma dupla infernal na Seleção), craque também, foi um deles.
A diferença é que Oscar era decisivo. Ele resolvia.
Assisti à final contra os Estados Unidos em 1987 – foi emocionante.