“Atlético em jogo treino na cidade de Pará de Minas – MG em 1983 – Créditos: Michael Calisto – Arquivo: Mateus Ferreira Em pé João Leite, Osmar Guarnelli, Nelinho, Toninho Cerezo, Luizinho, Jorge Valença, agachados: Catatau, Reinaldo, Marcus Vinícius, Renato Sá e Eder.”
O conterrâneo José Marcos Gonçalves é um dos maiores entusiastas de fotos/memória que conheço. Especializado em Sete Lagoas, e como há um sete-lagoano nessa aqui, Catatau, nos enviou essa, do melhor Atlético que vi jogar, treinando em Pará de Minas. Eu era repórter da Rádio Capital nesta época, setorista do Galo.
E a encontrou no facebook, perfil Futebol das antigas, do Mateus Ferreira, a quem parabenizo pela contribuição que dá à história do nosso futebol.
Os atuais dirigentes dos nossos clubes deveriam interpretar bem essa foto e dar uma “aterrizada” nesse devaneio em que vivem, querendo competir com os concorrentes mais endinheirados do Rio e São Paulo, pois eles sempre vão arrecadar mais que mineiros, gaúchos e demais grandes clubes do país, fora do “eixo”.
A grandeza atual do Atlético e do Cruzeiro foi feita com jogadores mineiros e com alguns “garimpados” em outros estados, graças ao olho clínico de observadores atentos e competentes que detectaram “Nelinhos”, “Rauls”, “Valenças”, “Evaldos” e outros que se encaixaram feito luva em times formados com maioria absoluta de mineiros, da capital principalmente, e do interior.
Prevalecia a máxima de “fabricar em casa”, com matéria prima, em sua maioria, das nossas montanhas e planícies do Triângulo Mineiro.
A partir dos anos 1990, Atlético, Cruzeiro e até o América, viraram as costas para Minas e começaram a buscar no Rio, São Paulo e exterior, jogadores, treinadores e até dirigentes, inclusive para as categorias de base. A maioria de qualidade e competência duvidosa, para os times principais, e para a base.
Tudo e todos muito caros, contratações estranhas que não se justificavam e ainda não se justificam, mas que rendem gordas comissões a procuradores, empresários, agentes isso, agentes aquilo e vida que segue.
Selecionei alguns comentários feitos neste perfil Futebol das antigas, muito interessantes, que valem ser lidos. Inclusive, esclareço uma dúvida surgida entre dois “comentaristas” sobre Renato Sá, que jogou sim no Galo, por um curto período e está nessa foto. Ele veio do Botafogo, trocado pelo Marcelo Oliveira, que inclusive nos contou essa história num dos episódios do nosso podcast “Prateleira de Cima”, que pode ser assistido lá no YouTube.
“Atlético em jogo treino na cidade de Pará de Minas – MG em 1983 – Créditos: Michael Calisto – Arquivo: Mateus Ferreira
Em pé João Leite, Osmar Guarneli, Nelinho, Toninho Cerezo, Luizinho, Jorge Valença, agachados: Catatau, Reinaldo, Marcus Vinícius, Renato Sá e Eder.
Futebol das antigas – Mateus Ferreira
Bom dia! Era comum os grandes times do Estado fazerem pré-temporadas nas cidades do interior, até a construção de CT’s de alta tecnologia. O Galo fez em Araxá por vários anos também…
O Marcus Vinícius era considerado o sucessor do Reinaldo.
Na base fazia um sem número de gols. No profissional não vingou.
O Reinaldo Rosa, na década de 90, fez o mesmo Caminho.
Timaço! Cerezzo de partida para o Roma!
Só jogador de seleção brasileira de 78 e 82
Não sabia que o Renato Sá tinha jogado no
Rebato Sá não jogou no Galo. O da foto é o Renato pé murcho
Vendi picolé para comprar ingresso e ir nesse jogo.
Puts… Luizinho, Nelinho, Cerezo, Reinaldo e Éder ! Timaço !!!
Esse mesmo time esteve em Araxá mg ,fui em todos os treinos .. a família inteira foi no jogo atlético x Araxá, um jogaço
Um grande time, tenho saudade! Hoje temos uma caricatura!
Muitos craques. Que saudade desse time.
Eu estava lá nesse jogo foi demais
esses jogadores tem guê batê palmas mesmo tinha amor com o time agora só dinheiro
Esse time hoje, passearia no Brasileirao..
os jogadores de seleção brasileira com camisas do lado do avesso, para não fazer propaganda da rainha (material esportivo), a babaquice atual dos anos 2026, já começou nessa época…. hoje e isdo que todos sabem: uma máfia esportiva.

