A emoção de um jogo no estádio, antes do “Padrão FIFA”, que encheu o futebol de protocolos chatos e desnecessários

Imagem CNN/Daniela Veiga/Atlético e Staff Images/Cruzeiro

Antes do “Padrão FIFA” a entrada das torcidas e dos times nas arquibancadas e no gramado eram um espetáculo a mais nos grandes jogos.

No Mineirão, as entradas do Atlético e do Cruzeiro eram como essa do Boca, cuja imagem circula mundo afora.

A FIFA não obriga as federações a seguir todas as suas orientações. Uma pena que no Brasil a CBF acata tudo, sem discutir. Isso aqui deveria voltar!

Cada time entrando de um lado, antes ou depois do adversário, criançada entrando junto, aos montes, sem limitações de cinco ou dez para cada e por aí vai.

10 Responses

  1. Verdade.

    Sem contar o ridículo ritual de perfilar todo mundo antes dos jogos para cantar o hino nacional. Isso não tem nada a ver com patriotismo, é sim uma babaquice enorme.

    E as voltas olímpicas quando algum time se sangrava campeão ? Onde foram parar ? Eram emocionantes.

    Agora ficam pagando mico e pulando que nem macaco naqueles tótens de patrocinador.

    1. A elitização do futebol contribuiu muito para isso. Sabe aqueles torcedores que ficavam na geral com radinho na orelha ? Já se foram e nem chegam perto de estádios de futebol. Assalariado, hoje, não tem condições de ir ao estádio e as ditas organizadas, que na sua maioria é composta por pessoas de baixa renda ainda vai por ter patrocínios. E parece que é mais importante para os mandatários do futebol que o espetáculo seja visto, mais pela televisão.

  2. Cruzes! É irônico que ocorre uma morte distante kilometros do estádio e todo mundo liga ao futebol hoje em dia. Antigamente, antes das “frescuras”, haviam morte dentro de campo. Mas agora, é uma memória saudável!
    Parece que há uma memória seletiva em quem quer lembrar destes “bons tempos”, onde torcedores morriam ou saim feridos em plena final de campeonato brasileiro, e não se apurava nada (link).

    Mas é o tal negócio: quem morria era pobre. Quem ficava suado e sem conforto: pobre. Quem via “espetáculo” ou era jornalista de dentro de campo ou alguém nas confortáveis cadeiras. Ai veio a FIFA e, talvez na única coisa certa que jamais fez, decidiu dar segurança e conforto para qualquer um dentro do estádio. E da-lhe lambada na FIFA: conforto para pobre é frescura! Carro para pobre: frescura. Que ande de ônibus! Metrô? Frescura! Salário em dia? Frescura! Até eu, que sou bem capitalista, estou vendo claramente como o Brasil caminha para acabar com qualquer proteção da justiça do trabalho, em nome dos “falso capitalistas” que, se deixam, voltam com a escravatura. Este negócio de pobre descansar no final-de-semana é o que? Frescura!

  3. Isso aí acabou.
    Se quiser futebol raiz, tem que ver jogos de campeonatos amadores.
    Torcedor de estádio agora virou “cliente”.

  4. A imprensa esportiva dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro são das coisas mais esquisitas da face da terra. A maioria dos times brasileiros foi mal na primeira rodada da copa Sul-americana, principalmente porque usaram times reservas ou mistos, preservando um pouco os titulares nesse calendário louco que temos por aqui. Bastou isso para que os jornalistas desses dois estados começassem a disparar uma série de sandices com relação ao torneio. Que as equipes brasileiras deviam abrir mão da competição, que as equipes brasileiras são soberbas e desprezam a sula e blá-blá-blá e mais blá-blá-blá. Pra começar, quem realmente desvaloriza a Copa é a própria Conmebol e a imprensa. É um absurdo dar ao campeão uma vaga na Libertadores. Ideias já foram dadas pra tornar a Sula muito mais atraente e interessante, mas parece que a Conmebol tem medo. A que mais gosto é a criação de uma taça a ser disputada entre os campeões da Sula e da Liga Europa. Só isso ia balançar o coreto do mundial de clubes com essa nova e inflacionada fórmula de disputa. E a imprensa por taxar os maus resultados brasileiros como se fossem mero descaso nosso. Como se as equipes de outros países não tivessem mérito, nem talento e preparação. Vivem dizendo que Atlético e Flamengo deram vexame por terem perdido para o Lanus. Só Freud pra entender e explicar essa gente.

  5. Infelizmente o futebol brasileiro tá cada dia + chato, já vai pra 3 anos q não vou no estádio do galo e vai saber quando vou voltar lá pra essas peladas do time atual.

  6. Estaria um auê se fosse um jogador do galo que tivesse dito que gostaria de jogar em outro time, como fez o ARROYO, mas no time das Marias tudo e varrido pra debaixo do tapete, ninguém falou nada

    1. Opa, olá Jesum,
      escrevi a respeito disso e mais aqui no blog mesmo. Confira:
      “Lá vem o Brasil, descendo a ladeira”. Também no futebol. Ou: “Quando vaca não reconhece bezerro e bezerro não reconhece vaca”
      Chico Maia
      08/04/2026
      15:44
      Também no instagram, twitter e facebook.
      Alguns que comentaram lá disseram que isso é “normal”.
      Fazer o quê, nê?
      https://www.instagram.com/p/DW4agTmjfl0/
      https://www.facebook.com/reel/927059063431722
      Abraço

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