Numa noite em que tudo deu certo na casa do adversário, onde é muito difícil ganhar, o Galo tornou o jogo fácil

x.com/Atletico

Parece que o Eduardo Dominguez está conseguindo aproveitar tudo que o Hulk tem de melhor e o que ele ainda pode render aos 39 anos de idade: pensando mais, correndo menos e reclamando quase nada da arbitragem e dos companheiros. Concentrado em jogar futebol, que ele ainda tem muito.

Selecionei comentários de gente que gosto de seguir e que sigo, entre companheiros de imprensa e pessoas que gostam de futebol, atleticanos ou não. Concordo quase 100% com tudo de todos. Só não concordo com uma expressão usada pelo Victor Barbosa, ao dizer que finalmente o Galo está tendo “contundência”, uma bobagem dita pelo Jorge Sampaoli e não contestada por ninguém quando ele falava. O time jogava bem mas não marcava gols e lá vinha o sujeito dizer que faltou “contundência”, quando deveria dizer que faltou competência. Mas ele não podia falar, claro, já que ficaria mal com seus jogadores. A palavra significa a mesma coisa em espanhol e português, mas não sei porque, ninguém presente nas coletivas dele o questionou. Vida que segue.

Vamos às ótimas informações e comentários da turma:

No intervalo da partida, Chape 0 x 3 Galo, o Hugo Cordeiro, no twitter, questionou:

@hugocordeiro13 “Estou iludido com o Galo nesse jogo ou a Chape é ruim demais kkkk

Jornalista Pedro Rocha, antes de a bola rolar: @novaesrocha1 “– O Diretor de futebol pede demissão. – Na primeira coletiva o treinador sai em defesa do diretor e expõe na imprensa os erros da diretoria no planejamento da temporada. – Presidente convoca uma coletiva, diz que o planejamento está certo e manda várias indiretas para o treinador. – No meio disso tudo dois dos principais líderes do elenco quase saem no soco durante o treino. Tá tranquilo o clima na Chapecoense.

Jornalista Luciano Dias, da Band  @jornlucianodias “Atlético se defende bem e dá aula de contra-ataque. Barbarismo na essência.”

Wadson Araújo @WadsonAraujo89 “… Contra golpe mortal do Galo, passe do Hulk e gol do Reinier. Quem lembrou da dupla Hulk e Paulinho?”

Victor Barboza @victorbarbuza “Os melhores 45 minutos do Hulk sob o comando do Barba. – Mais articulador. Trombando menos e jogando mais. Aliás, os melhores 45 minutos do Barba no comando do Galo. Já tinha sido legal contra São Paulo e Fluminense. Hoje teve a tal contundência.

É preciso destacar que, desde que chegou no Atlético, só agora ele teve um tempinho para treinar.

Dudu estava merecendo esse gol. Entrou bem. Assistência do Cuello. Para mim, Cuello melhor em campo.

Vitória fora de casa. Goleada. Mais um jogo sem sofrer gols. Retorno do Lyanco. 3 jogos seguidos com bom desempenho. 3 vitórias do Barba no Brasileiro. – Agora é encher a Arena no domingo e apontar para a parte de cima da tabela.”

Jornalista Fernando Martins @martinsymiguel “Chapecoense é muito frágil. E que bom que o Galo tá sabendo aproveitar isso. Jogo para o time ganhar fluidez, encaixar movimentos de transição para o ataque. E, claro, para dar confiança para os atacantes, que voltaram a marcar. Cuello o melhor do 1ºT.”

Betinho Marques @rmarques13 “Jogo do Barba foi claro – fecha em bloco e ataca rápido em bloco, quem defende esperto, ataca esperto. Chapecoense finalizava mal, atacava de forma atabalhoada e, mesmo, com muita coisa a fazer, o Galo ia com um latifúndio aberto, mas sem toques laterais obtusos, era reto, ao gol”

Os times:

Chapecoense: Rafael Santos, Marcos Vinícius, Bruno Leonardo, Eduardo Doma, Victor Caetano (Ênio) e Walter Clar; Camilo, Rafael Carvalheira (Higor Meritão) e Giovanni Augusto (Jean Carlos); Ítalo (Kevin Ramírez) e Bolasie (Neto Pessoa). Técnico: Gilmar Dal Pozzo

Atlético: Everson, Natanael, Ruan Tressoldi, Lyanco e Renan Lodi (Kauã Pascini); Reinier (Igor Gomes), Tomas Perez, Victor Hugo (Dudu) e Cuello; Bernard (Gustavo Scarpa) e Hulk (Mateo Cassierra).

Técnico: Eduardo Dominguez

6 Responses

  1. Sempre defendi Cuello desde o início. O ataque não pode ficar sem ele porque é rápido e esperto.. Dudu também pensa rápido na triangulação, o que já não acontece quando Bernard tá em campo. Hulk não teve que carregar a responsabilidade tática de decidir sozinho e com isso sossegou para melhorar o jogo coletivo, mas na marcação da saída de bola não tem fôlego para os dois tempos. Futebol já não é mais jogo só de individualismo de dribles geniais e se configurou pela rápida e inteligente articulação coletiva.

  2. Uma goleada de 4×0 na casa do adversário, quebrando os tabus de anos sem ganhar da Chape lá e sem vitória fora de BH nesse brasileiro tem que ser comemorada e exaltada. Elenco e Barba voltam grandes para encarar o xará paranaense no domingo.
    Mas não podemos fechar os olhos para três defesas espetaculares do Everson e para o domínio quase total da Chapecoense no segundo tempo. Relaxamento pelo placar construído na primeira etapa? A conferir nos próximos capítulos.

  3. E o Galo, ganhou!

    Vindo de Belo Horizonte, sentido Patos de Minas, peguei na Serra, depois de Luz-MG, um acidente, fiquei 2h, literalmente parado, um caminhão tombou, a estrada cheia, o brasileiro como de costume, gosta de lavar “vantagem “, em tudo é impressionante, como motoristas, não respeitam nada e nem ninguém!

    Mais tarde, próximo ao horário do jogo do Atlético, depois de Lagoa Formosa, outro acidente, mais 2h, parado, só que a minha fé no Galo, aumenta 100% nestes casos, eu quando estou no radinho, raramente vejo ou melhor escuto, uma derrota do Atlético, escutei os 3 gols do primeiro tempo, no segundo tempo, já tomando uma cervejinha gelada, e agradecendo a Deus, por ter chegado ao meu destino.

    E viva o Galo!!!

  4. Agradeço ao Galo a bela noite de véspera de feriado. O tira gosto e a cerveja tiveram outro sabor com essa goleada na Chapecoense.
    Uma cornetada no jogo do mengão. Imaginem se o volante Pulgar, um dos jogadores mais violentos e desleais em atividade no Brasil, fosse do Galo. Como não é, a imprensa mineira, carioca e paulista faz essa imagem do Lianco, como fez em passado recente do Leandro Donizete. E o pau quebrou logo depois do apito final na acachapante vitória do Bragantino por três zero. Estou esperando a súmula para saber quantos brigões levaram o cartão vermelho. No clássico de Minas foram vinte e três expulsos. Tenho um palpite de que em jogo de mengão nada vai acontecer. Será que estou errado?…rs

  5. Que bom seria se o galo sempre jogasse assim é o mínimo que peço, perder ou ganhar faz parte do jogo, falta de vontade ninguém aceita

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