@sitenoataque – Divulgação/Peñarol | Reprodução/Teledoce – Planeta do Futebol – @futebol_info
Infelizmente ele está certo, assim como torcedores “comuns” brasileiros deveriam evitar ir lá e demais países do Continente. O futebol deixou de ser confraternização e virou guerra, especialmente entre os torcedores “não comuns”, que brigam até entre eles mesmos, que dizem torcer pelo mesmo time.
Presidente do Peñarol, Ignacio Ruglio pede que ‘torcedores comuns’ do clube uruguaio não venham ao Brasil. “Recomendei a todas as famílias que me escreveram que não viajassem. Se a torcida do Peñarol puder evitar ir ao Brasil, melhor. A Taça Libertadores não é uma viagem turística. As torcidas organizadas sabem o que devem fazer e o que não devem. Eles acompanham o Peñarol desde as décadas de 1970, 1980 ou 1990. Sabem que não estão indo para uma viagem de lazer. Não é uma situação de ‘acordo de manhã e preparo um mate como se fosse algo normal’. Vamos liberar uma carta sobre as penalidades que existem no Brasil e a complexidade da legislação sobre algumas questões, para que as pessoas saibam que não é um destino para o turismo quando se joga a Copa Libertadores. São Paulo e Rio de Janeiro costumam ser perigosos”, disse Ruglio ao programa Punto Penal.



5 Responses
Eu fico querendo entender as cabeças de nosotros, chamados seres humanos, em muitas questões. De uma forma geral, a imensa maioria dos brasileiros que viajam à Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile, que são os mais visitados por nós, são bem recebidos e tratados. Mas, mais do que as polarizações políticas, o futebol tratou de provocar enorme rachaduras na convivência entre esses povos. Eu mesmo lembro bem do choque que experimentei na primeira visita a Buenos Aires. Fui cheio de temores, esperando o pior dos portenhos por causa da extrema rivalidade futebolística muito alimentada e exagerada pela imprensa. Que nada, fui muito bem atendido no comércio, nos bares e restaurantes, no hotel, nos taxis e pontos turísticos. Óbvio que houve um ou outro estranhamento, como acontece em qualquer lugar. Mas o balanço final foi tão bom que voltei sempre que pude e repeti a experiência positiva por vários outros países da nossa América. Mas, quando entra o futebol, são essas barbáries que temos assistido. Difícil entender.
A porta da rua é a serventia da casa.
Que não venham. Problema deles.
Mas só tentando me recordar – não foram os próprios torcedores do Penarol que aprontaram uma confusão grande, salvo engano no Rio de Janeiro e às vésperas de um jogo, também se não me engano, com Flamengo ou Botafogo ?
Sendo que inclusive alguns foram até presos.
Querendo aparecer, e usando o cargo para ter seus 5 minutos de fama. Em breve, entra para a política…
A verdade nua e crua, absoluta, é sempre mais elegante e simplesmente!
Concordo com ele, eu viajei uma vez somente com torcida organizada, foi um péssimo passeio para dizer a verdade.
Chico, bom dia. Estive em Recife, mais precisamente no bairro de Ipojuca onde se localiza uma das mais belas Praias do nosso litoral, Porto de Galinhas. Minha estadia foi de 15 dias e neste espaço de tempo estava rolando o Campeonato Pernambucano e no domingo tinha o Clássico Santa Cruz e Sport. Nos tinhamos programado de visitar o outro lado da cidade e neste dia o gerente do hotel saiu com esta: Mude seu roteiro, hoje é dia de brigas, confusões, porradas, quebra quebra, enfrentamento de torcidas (Tem uma tal cobra Coral lá que enfrenta até a PM, o que faz parecer as duas de BH blocos de crianças) e ele foi simples e objetivo: Não há nenhuma condição de segurança. Fique por aqui, e depois durante a semana vá conhecer o outro lado da cidade. Seguimos o conselho dele e na segunda feira todos os telejornais mostravam a selvageria das duas torcidas e olha que o jogo ficou 2×2. Então, aconselho a qualquer pessoa de bom senso, jamais viaje para torcer para seu time. Não há nenhuma garantia que você vai voltar vivo. Eu penso assim, e respeito a opinião de todos.