De herói a vilão: botafoguenses querem o “gringo” longe deles

 Foto: Reprodução/@informafogo

Até outro dia, era “Deus no Céu e John Textor na terra, para os botafoguenses.

Mas o futebol é isso mesmo: se a bola não entra na “casinha” adversária, já era! A lua de mel acaba.

O Data Futebol publicou hoje:

@DataFutebol

“Torcedores do Botafogo picharam o muro do CT. Algumas frases pichadas: “Gringo 71“ “John ladrão 171 safado“ “Sai do Botafogo“ “França não te quer, Brasil também””

7 Responses

  1. Isto vai acontecer com todas as SAF, Vasco, botafogo e companhia, do jeito que foi feito , qualquer um com dinheiro compra um time, não paga a dívida ao contrário aumenta e tão nem aí, tem que rever a lei, tem que ser obrigado a sanear o clube e não pra qualquer aventureiro, maior parte dos times são centenários com vários dirigentes que se aproveitaram do cargo que ocupavam, até o são Paulo que se gabava de ser organizado tá num buraco sem fim

  2. Chico, sem nenhum clubismo, até porque você é um cara das antigas, e sabe o que vou escrever aqui é a pura verdade. Esta situação do Botafogo se compara ao time do Bica Bicudo. Quem o Botafogo era na fila do pão sem a grana do Textor??? Ultimo titulo foi em 1.995 naquela final com o Santos onde foi totalmente prejudicado e infelizmente tinhamos Márcio Resende de Freitas no apito. A final do Campeonato Brasileiro de 1995, entre Botafogo e Santos, está na história por causa do título conquistado pelo Glorioso, pelas defesas de Wagner e a grande festa que ocorreu naquela madrugada de 17 de dezembro no Rio de Janeiro. Mas o duelo também é constantemente lembrado por causa da controversa arbitragem de Márcio Rezende de Freitas. A grande polêmica envolve dois lances: o gol marcado por Túlio, do Botafogo em total impedimento e o tento mal anulado do santista Camanducaia. Mas não podemos deixar de falar do Goleiro Wagner que pegou até pensamento. Quando a grana do Textor chegou, o time do Manequinho consegui ser campeão Brasileiro novamente e buscou o inédito titulo da Libertadores. Situação idêntica ao time do “Eu acredito” não tinha ganhado nada, bateu na trave várias vezes e quando a grana do 4RRRR’S chegou, em 2.013, 2.014 e 2.021 os titulos vieram. Antes disto, quem era o Bica Bicudo na fila do pão???? Quando se tem grana, tem planejamento, tem contratações e os titulos vem. Todos os titulos importantes nos anos 70/80/90/2000 vieram do Cruzeiro, basta olhar a história, isto não se apaga, gostem ou não esta registrado. O Cruzeiro sempre teve diretorias competentes, enquantos seu time tinha os caras que só metiam a mão grande. Lembrei rápido aqui de uma campanha “Fica Ronaldo” um zagueiro bom de bola, que a torcida fazia doações na conta da CEMIG….Ninguém viu a cor da grana. Sem a grana do Textor, o Botafogo volta a ser um time de bairro.

    1. O nome técnico desse seu argumento furado é Wishful thinking. É quando uma pessoa quer transformar o que ela desejaria que tivesse acontecido em fatos que nunca aconteceram. Vou te trazer de volta á realidade então. Quando o glorioso Clube Atlético Mineiro fez o triplete em 2021 (feito que os cruzeirenses arrotavam vaidosos como se eles fossem a única equipe que conseguiria), já tinha na sua galeria de troféus a super taça do primeiro Brasileiro oficial de 1971, as taças de duas Copas Conmebol, de 1992 e 1997, a taçona da Copa Libertadores de 2013 (outro feito que os cruzeirenses tinham a CERTEZA que o Galo nunca conseguiria) e a taçona da mais sensacional conquista da Copa do Brasil, a de 2014. Além, é claro, da maior coleção de taças do Campeonato Mineiro, título que a china azul está tão louquinha pra voltar a comemorar que chega a fazer festa no Mineirão até para derrota contra o Democrata. O Galão triplamente campeão de 2021 tinha uma distância intergaláctica para o Botafogo do Textor, como se vê.

    2. Alô Marlon,
      espero que tenha lido a resposta que o Mauro Lopes deu a seu comentário. De Atlético, você não sabe nada mesmo. Hehehe.
      Abraço.

      1. Alô Chico Maia e Mauro Lopes, muito obrigado pela menções…..Não entendo nada de Atlético mesmo não, até porque sou do lado que sofreu pouco na vida por causa de futebol. Foram somente 03 pequenos anos e nem se compara com os 50 anos (Vixi, cruz credo), que seu clube num ganhou nada. E sobre as Conmenbol eu nunca entendi a postura do Kalil de chama-las de Comerda, pois ele falou a todos os cantos e para quem pudesse ouvir que aquelas taça de nada valiam. Para mim, até torneio de truco vale !!!!
        Mas a verdade hoje é que tirando o Flamengo, todos os times de futebol estão reféns de seus donos ou CEO’S ou proprietário ou como queriam chamar. Basta ver a dupla Rapogalo, se sair Menin e Pedrim vamos nos tornar clubes da Copa Itatiaia. Abraços !!!!

  3. Saudade dos tempos em que jornalistas, de um modo geral, identificavam um possível problema em qualquer área que fosse, pesquisaram, investigavam e só depois apresentavam suas reportagens – com fatos comprovados, provas e conclusões.
    Daí pra frente era com a opinião pública e/ou polícia.

    Hoje não é mais assim, infelizmente, e não é por culpa desses mesmos jornalistas.
    Para sobreviver, se submetem a salários incompatíveis com a grandeza da profissão e infelizmente também a zé ruelas quaisquer que montam notícias sobre qualquer assunto irresponsavelmente, usando Chat GPT e similares.
    O editor chefe, aquele que corrigia, orientava, publicava ou não, se ainda existe hoje não tem autoridade nenhuma.

    Toda hora vemos isso. Nas notícias esportivas, políticas e do cotidiano.

    Nesse caso específico, as duas perguntas que ninguém responde:

    – que história é essa de Textor envolvido numa negociação obscura Botafogo/Lyon ?
    – onde foi parar a fortuna do Textor, o cara que, como bem dito pelo Marlon, injetou grana e ganhou recentemente o Brasileiro e a inédita Libertadores ? Ele “quebrou” e não contou prá ninguém ? Porque não está mais “brincando” de ser dono de um time de futebol ?

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