Nem os grandes profissionais e seres humanos acima da média estão livres de dias de fúria e momentos de cabeça cozida

Fotos: instagram.com/taffareloriginal

Vejam Taffarel, no dia primeiro de maio de 1996, Atlético 1 x 1 Caldense, no estádio Independência. Bobagem dele contra o atacante Jamerson. Depois do jogo, reconheceu o erro e pediu desculpas.

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Atualmente treinador de goleiros, ele e o Dr. Rodrigo Lasmar (direita) foram mantidos na comissão técnica da seleção brasileira pelo novo presidente da CBF e pelo Carlo Ancelotti.

3 Responses

  1. A história está cheia desses profetas. A torcida do Galo nunca vai esquecer do “mengão classificadaço”.
    Mas quero dar um pitaco em cima da último lugar comum plantado nos bobocas da imprensa mineira. Aliás, que terreno fértil, como é fácil fazer florescer qualquer idiotice nas mentes de cocô de repórteres e comentaristas dessas Minas Gerais.
    Estão todos repetindo ad nauseam que o Atlético não tem dinheiro, não pode contratar, não tem como atender pedidos do treinador e muito menos da torcida.
    A solução, que o papai aqui já apresentou algumas vezes mas que os “corajosos” da mídia mineira não têm a mínima coragem ou decência de dizer, é simples: vendam! Não é SAF? Não é negócio?
    Mas todo mundo sabe a resposta, né? O Clube Atlético Mineiro e uma MINA DE DINHEIRO. É uma fábrica de alimentar milionários. É uma teta gorda explorada há décadas por algumas dezenas de privilegiados. E eles não querem largar a teta de jeito nenhum. Daí o golpe, de comprar a sí mesmo e chamar de SAF. Ficar donos de um enorme patrimônio. De passar por dinheiro de pinga um shopping numa das áreas mais valorizadas do país. Daí a tentativa de aplicar um golpe dentro do golpe depois de um faturamento recorde de 650 milhões acompanhado de um crescimento da dívida para dois BI.
    Essa dívida absurda não é falta de faturamento, não é má administração, não é azar, não é conjuntura econômica. É método.
    A chave para a reviravolta nessa situação absurda o papai aqui também está pregando há muito tempo: cancelem o sócio torcedor e o pay per view, parem de ir ao estádio, deixem de consumir as camisas de meio salário mínimo. Vocês vão ver como as soluções sairão das cartolas.

  2. Esse Taffarel é um cara de sorte, como diria Levir Culpi, “Um burro com muita sorte”. Goleiro que nunca se firmou em time nenhum, tomava perus atrás de perus, lembro de uma gol contra a Bolivia em LaPaz, onde um tal de Marco Etcheverry (“El Diablo”) um sujeito bem pereba, mas esforçado meteu um gol debaixo das pernas do Tafarrel. Estava na reserva do Reggiane da italia, quando o Parreira e Zagallo o chamaram, até porque o Zetti campeão do Mundo pelo São Paulo em 1993/1.992 tinha quebrado a perna e era uma dúvida muito grande se ele voltaria beme com confiança. Ai chamaram o Tafarrel, que na seleção sempre foi bem, mas nos clubes, uma verdadeira peneira. Mas, o esporte Bretão, o velho Ludopédio está ai para escrever suas linhas tortas por caminho certos e ele virou um monstro na Copa de 1.994, sendo campeão e um dos pilares juntos com Romário, Bebeto, Dunga, Branco, Mazinho, Aldair, Rai e toda a turma.

  3. Enquanto o Flamengo reinicia sua guerra a favor dos gramados naturais, mais um fato incontestável para dar razão ao clube carioca. O Cruzeiro jogará a partida decisiva da Copa do Brasil sem o Villalba, um de seus principais titulares, vítima do gramado sintético do Mineirão. Mas, pera aí, deixa ver se entendi…..

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