Vitor Roque chorou. É pra acreditar?

Foto: Cesar Greco/Palmeiras

Independentemente de qualquer coisa, por melhor que seja com a bola nos pés, um sujeito que tem a coragem de chamar a mãe de “vagabunda”, não merece nenhum crédito! E na sequência, paga pelo que fala e faz! Que Vitor Roque se recolha à própria insignificância! Somos pó, e ao pó voltaremos!

5 Responses

  1. Escroto. Babaca. Falso.

    Joga muita bola, embora não seja um craque.

    Mas vai se perder ao longo da carreira por posturas pessoais. Como tantos outros.

  2. Já foi divulgado que:
    – Estes áudios, que mostram uma estranha relação do jogador com a família, foram feitos durante uma época em que o jogador esta com problemas de saúde mental, e consultando psicólogos.
    – Os áudios, que repito, existem por algum motivo estranho (que mãe grava suas ligações com os filhos?!), fazem parte de um processo contra a ex-exposa que corria em segredo. Mas foram divulgados…

    O jogador certamente não é um Einstein nem Madre Teresa de Calcutá. Mas a imprensa fala tanto de proteger as pessoas com problemas de saúde mental. E aí temos estes casos, bem incoerentes.

    De positivo eu cito a atitude do Palmeiras, que talvez seja de longe o clube mais profissionalmente gerido atualmente no Brasil. O clube apoiou o jogador, o protegeu de entrevistas, e provavelmente deu-lhe assistência para não entrar em debates públicos com a ex-esposa e a família. A presidente do Palmeiras devia simplesmente dar aula para os gerentes de outros clubes sobre como lidar com casos como este e outros.

    1. Eu não discordaria de alguém chamar este jogador em particular deste adjetivo. Só acho que estāo caçando cliques com uma estória da vida particular de alguém com problemas psicológicos. Mais baixo impossível…

      E tanto político atuando literalmente embriagado…

  3. Chico, Bom Dia! Deu a lógica. Vai ficar cada vez mais difícil chegar perto do Flamengo com uma receita anual de 2 bilhões. Ganhou com mérito. Meu Cruzeirão também fez bonito e foi além das expectativas. Penso que tem condições de passar pelo Corinthians, se não vacilar e jogar com seriedade e serenidade, sem dar lugar ao destempero emocional. Fabrício Bruno, Lucas Romero, Villalba, Matheu Pereira e Gabriel Barbosa precisam respirar fundo, mentalizar e pedir ajuda de profissionais para não entrarem na pilha do adversário e não levar cartões bobos, evitáveis, principalmente no primeiro tempo. Eles estão muito bem, mas no quesito controle emocional precisam de atenção redobrada. Para o ano que vem algumas contratações pontuais são necessárias (primeiro e segundo volantes – Lucas Silva está no limite do vigor físico, embora não tenha comprometido). William também não está no melhor dos seus dias.

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