* “Maior ídolo da história do Real Madrid, Di Stéfano morre aos 88 anos”
Ex-jogador sofreu parada cardíaca no último sábado, teve situação estabilizada pelos médicos, mas não resistiu
–
O futebol perdeu um de seus maiores ídolos nesta segunda-feira. O ex-jogador Alfredo Di Stéfano, considerado o maior ídolo da história do Real Madrid, morreu vítima de um ataque cardíaco sofrido no último sábado em uma rua perto do estádio Santiago Bernabéu. A situação do argentino naturalizado espanhol foi anunciada como estável no boletim divulgado no domingo, mas a lenda não resistiu.
–
À direita, nos tempos de craque do Real Madri, cinco vezes campeão europeu, com outros craques: Zárraga (no meio) e Gento.





0 Responses
Na história do futebol o jogador “GÊNIO” era aquele que chamava para si a responsabilidade de todo o time na partida e era admirado até pelos adversários..Enfim: Carismáticos, merecia admiração até dos adversários..
Jogadores que mereceram ser chamados de GÊNIOS:
1-) FRIENDEHREICH-PELÉ-GARRINCHA-TOSTÃO-CRUIFF-PLATINI-PUSKAS-BECKENBAUER-,,,,,,,,,,,,,,,
Assim como fizeram Chile, Holanda, Croácia e outros, a Alemanha já começa fazer pressão, insinuando o Brasil como um time violento. Logo a Alemanha, que joga duro, com bastante rispidez. Van Gaal não falou nada a respeito do pênalti claro não marcado para a Costa Rica e a Holanda passou. O futebol moderno é viril, de muito choque, portanto, são falácias e todos batem atualmente. Se o Zúniga tivesse sido advertido com o amarelo quando pisou no Hulk, talvez não teria ido de forma estabanada no Neymar.
Não acho o Brasil um time violento. Felipão é um técnico de característica defensiva e jogador brasileiro não sabe marcar e acaba fazendo muitas faltas. Mas não são faltas violentas, a ponto de mandar alguém para o hospital.
Segundo o rei pele esse foi um dos maiores craques que ele viu jogar. E pra fazer história no real madrid realmente tem que ser diferenciado.
Mais um grande nome do futebol indo pra eternidade.
Assim como Messi hoje em dia, Di Stéfano é argentino mas virou mito no futebol espanhol.
Não entendi bem o porque do comentário do Tércio Oliveira nesse tópico, uma vez que aqui trata-se de reverenciar um dos maiores artistas da bola de todos os tempos: o grande Di Stéfano, cérebro da sensacional equipe do River Plate dos anos 40, cujo ataque era formado por ele, Labruña e Pedernera. Pra não falar um a da sua passagem fantástica pelo Real Madrid…
Mas a respeito do comentário do Tércio, não sei porque ele está discordando do comando alemão: não estamos falando de virilidade. Estamos falando de estatísticas. E o time brasileiro nunca bateu tanto, nunca parou tanto o jogo no meio campo com faltas bisonhas como eu vi nessa copa do mundo.
É uma desonra ao futebol que sempre se jogou por aqui, e uma desonra ao nome do Di Stéfano.