A falta de educação resiste no Independência sob a omissão das autoridades

Segunda-feira um amigo atleticano me disse que, infelizmente, seu pai não pode ir com ele ao Independência porque não aguenta ficar um jogo inteiro em pé. Semanas atrás publiquei relato, inclusive com foto, de um outro amigo, cruzeirense, que levou a mãe dele e uma tia, para ver o time no último jogo antes do clássico, e se arrependeu, por causa dos mesmos problemas, gerados pela falta de educação e civilidade de muitos.

Os clubes nem aí para o seus clientes, apaixonados, impedidos de levar seu apoio moral e financeiro; o Ministério Público não se interessou ainda por este assunto, porque deve estar atarefado demais em mandar proibir coisas tolas nos estádios, e o Estatuto do Torcedor só existe mesmo no papel.

Não vale para defender interesses simples e ao mesmo tempo maiores do torcedor.

Interessante o futebol mineiro: atleticanos e cruzeirenses têm problemas para ir ao estádio ver os seus times; americanos estão sem time pra torcer!

Vejam este relato que recebi do Renato Teixeira Dias:

* “Chico,

Tenho ido a todos os jogos do Galo e sempre ocorre o mesmo problema. Só assisto o jogo de pé.

Tenho observado que o problema são as pessoas que chegam atrasadas ou são folgadas mesmo, e ficam nas escadarias de acesso. O que se segue é um efeito dominó, como estas pessoas não se sentam os do lado tem de ficar de pé para assistir a partida cascateando para os demais.

É um absurdo ! Você paga caro, ainda mais que tenho “Galo na Veia”, para ficar 90 minutos de pé.

Acho que a organização deveria cobrar que estas pessoas procurem um lugar para se sentar, mas a organização não quer brigar com estas pessoas.

Tive a oportunidade de assistir a partida Argentina x Nigéria na copa do mundo da África e tenho certeza que estamos muito longe de atingir a educação necessária para assistir ao jogos de forma organizada.

Outro ponto é a falta de sinal de celular dentro e no entorno do estádio. Um absurdo, você não consegue ligar para ninguém.

E também no sinal de internet, acabamos de reformar o estádio e não conseguimos ter internet de alta velocidade de graça para os presentes no estádio.

No domingo, foi apresentado no telão a página da Brahma no Facebook quando conectaram o computador, uma vergonha, o computador ficava pensando, pensando, para carregar uma página do Facebook que teoricamente é leve.

Fui a 2 estádios de basquete nos EUA e a internet free era de altíssima velocidade, minha esposa que não estava nem aí para o jogo, navegou melhor que se estivesse em casa.

Já te enchi o saco demais, mas é porque você tem ponderação para colocar nossas reclamações nos canais de comunicação.

Atenciosamente,

Renato Teixeira Dias”

25 Responses

  1. Bom dia, Chico Maia. Realmente é vergonhoso. Algumas (muitas) pessoas gostam de levar vantagem em tudo. Os “espertinhos” ficam esperando para qual lado o Galo irá atacar. Gostam de ficar do lado do ataque atleticano e, na maior cara de pau, mudam de lado no segundo tempo. É bem simples, organizar: quem entra de um lado, não pode mudar de lado no segundo tempo. É só separar na hora da entrada. Encheu de um lado, libera a entrada para o outro lado, sem permitir que se mude de lado no intervalo do jogo. É impressionante como o brasileiro gosta de levar vantagem em tudo.
    Levei minha filha de 07 anos no Galo na veia e tive que ficar segurando a menina em cima da cadeira o jogo inteiro, correndo o risco da cadeira virar….Basta um pouco de atenção ao torcedor, organizadores do Galo na Veia!!!

  2. Chico, você sabe que a maioria dos Atleticanos assistem jogos em pè, os geraldinos e arquibaldos sempre foi assim no Mineirão, até mesmo por tanta gente nestes espaços, e pela vibração da torcida. Naquele formato, Cadeiras de setor, cativa e especial eram reservadas para quem quisesse ficar sentado, e lá a ordem era que todos ficassem sentados. No ultimos formato do Mineirão o portão 7A o qual frequentava começou a ter murmurios de pessoas da Especial que migraram para o 7A, vi a porrada solta. Resolvi assistir os jogos no ultimo lance de arquibancada, que necessariamente, assiste-se os jogos em pé.
    Vai ser dificil sentar a galera, principalmente a do Galo, a unica forma é colocar o ingresso a $300,00. Ao amigo que enviou o e-mail, peço ter paciência, e procurar um local para o pai dele ir, o pai dele não pode ficar em casa, ele é mais atleticano que todos nos, pois tem mais idade.

  3. Infelizmente, há muito perdi o interesse em ir a estádios. A última vez foi uma partida do Brasileirão no Mineirão, onde também tive de assistir em pé, e como se não bastasse ainda tive de solicitar educadamente a duas pessoas que estavam em pé “em cima das cadeiras” dificultando nossa visão. Se continuasse a progressão, teríamos de ficar pendurado no teto para ver alguma coisa.
    Não dá. Meu filho ficou 6 horas na fila para comprar um ingresso. Quando chegou havia pouca gente, mas próximo das 10 horas um cidadão à sua frente deixou que entrassem várias pessoas na fila. Ao ser questionado por outro que estava atrás foi imediatamente coibido por um policial que acabava de chegar anão criar tumulto porque poderia ser preso.
    Estamos atualmente refém dos marginais e dos que não têm civilidade. Não adianta reclamar com educação porque isto parece como fraqueza. Se reclamarmos na raça iremos gerar tumulto epodemos ser presos. O que fazer então? Comprar um pacote do PFC e ficar em casa parece ser a melhor opção. Deixe o lindo independência para o bando de marginais. E sem internet.

  4. Até entendo o que o Sr. Renato está falando, mas acho que o torcedor brasileiro vibra mais com seu time. Falo por me ver no jogo sou Galo na Veia também vou eu e meu filho de 10 anos mas parece que tem alguma coisa que não deixa a gente sentar, já tentei ficar sentado mas é só o Galo pegar a bola parece que alguma coisa te empurra da cadeira.

  5. Chico, temos um grande problema. Tenho 26 anos e vou ao campo desde criança, hoje sou sócio do Galo na Veia e não me incomodo em ver o jogo em pé, muito pelo contrário, não consigo ver sentado. Entendo que vocês tem idolatria pelo estilo europeu de assistir aos jogos, mas lembro que futebol não é teatro, futebol é um espetáculo diferente, e se tem uma coisa que não devemos copiar de ninguém, é o modo de torcer ( o modo correto, sem vandalismo ), acredito que nossa torcida é um show a parte.
    Entendo que para muitos é dificil ver o jogo em pé o tempo todo, e para estes sugiro que procurem um setor mais calmo ( vários lugares no estádio é possível ver o jogo sentado, observe que nas laterais do independência sempre está vazio. Na época de mineirão era até mais fácil encontrar estes lugares)
    Um abraço

  6. Ate entendo a reivindicação do autor do email mas discordo veementemente, tanto da posição do mesmo quanto da sua Chico. Afinal cobram do torcedor o apoio necessário ao clube , que vem funcionando bem no campeonato querem musicas querem festa, mas querem sentar-se. Não dá, estamos sim longe da Europa, mas não somos europeus! Temos sangue latino somos vibrantes. Não quero sentar-me e bater palmas aos gols. Somos torcedores… infelizmente a solução nos casos de pessoas idosas e crianças é frequentar a parte central setor especial onde pode- se sentar sem problemas.

    Eu sou galo na veia vou a todos os jogos, fico na ultima fileira pra não ouvir encheção de saco… que graças a deus acabou inclusive creio que quem quer assistir apenas pode também comprar o ppv. Estadio brasileiro eh lugar de festa e apoio e não teatro.

  7. Chico,
    Vai ser difícil autorizades fazer o povo se assentar, mas tenho uma sugestão simples e que poderá ajudar e muito.

    nos ônibus e em toda repartição tem e até nos estacionamentos.

    A direção do estádio MP PM FMF a BWA ou seja lá quem for, poderá disponibilizar a ou as fileiras da frente, as primeiras cadeiras, para pessoas idosas e crianças e quem gosta de ficar assentado.

    Assim não atrapalha quem quer ficar em pé e não atrapalha quem quer ficar assentado, e também fica mais protegido o idoso ou a criança com seus pais ou mães.

    Além de colocar escrito nestas cadeiras a imprensa divulga e coloca pessoas avisando na entrada.

    tudo na vida tem solução, é só quererem.

    Eu já tenho o peso dos muitos anos vividos, chego em casa com as pernas bastante doloridas, mas assento , mas a maioria assisto aos jogos em pé, pela emoção e pela ansiedade, nem só pelos que estão ao meu lado querendo ficar em pé.

    Abraço

  8. Não sei de onde essas pessoas tiraram que no Mineirão se assitia aos jogos em pé. Só se for depois de 2005, quando me mudei de BH e deixei de ir ao campo. De 85 até 2005 fui a jogos desde os mais vazios aos mais lotados. Em vários brasileirões fui a todas as partidas do Galo em casa. Não tem essa de “a torcida do Galo é assim”, “o Galo empurra a gente da cadeira”. A questão é simples: falta de educação crescente e generalizada, em todos os níveis da sociedade. O estádio é só mais um reflexo disso. Abraço!

  9. Caro colega Otavio – Galodente;

    Desculpe-me, mas você está cometendo um equívoco! Sou do tempo áureo do galo no mineirão (anos 70 e 80) e acredite! Tínhamos públicos de 70 a 100 mil pagantes ASSENTADOS! Lógico que em lances perigosos levantávamos no calor da emoção!

    O engraçado, como no caso do independência, veio a reforma e altos gastos, mas o estádio ficou DESCONFORTÁVEL. Tenho saudades quando a arquibancada não tinha essas cadeiras e éramos mais CIVILIZADOS. Os Arquibaldos foram extintos e todos viramos GERALDINOS!!!

    Chico e amigos, Proponho uma campanha! Aproveitamos que a parte superior não se pode assentar mesmo, e deixemos lá quem quer e gosta de assistir em pé! Pode-se até retirar as cadeiras neste setor e no setor Minas (local destinado à Galoucura), aumentando assim a capacidade do estádio. E deixemos para o setor inferior para aqueles que desejam (ou precisam se assentar). O que acham?

  10. Infelizmente, o Renato está esperando algo que para muita gente não existe: educação.

    Para isto, a pessoa tem de pensar antes de agir, e se lembrar: “se eu me levantar, prejudico a visão de quem está sentado atrás“. Educação demanda pensar antes de agir. Mas, o animal selvagem não pensa. Simplesmente se levanta, agindo irracionalmente…

  11. Se não for para assentar, então responda-me: prá que serve as cadeiras que foram lá instaladas? Sinceramente, mas o que falta é educação! Ninguém pode ser “proibido” de assistir uma partida de futebol de pé… “de pé” já basta os jogadores e arbitragem, e até os atletas reservas e comissão técnica ficam sentados!
    – Se o futebol é “patrocinado” pelos torcedores, porque os clubes e autoridades não cumprem com seus papéis de resguardar os direitos desses pessoal, que está somente reivindicando um direito?

  12. Isso é uma verdadeira falta de educação de pessoas idiotas, imbecis, que não tem cultura, não tem formação cidadã, não sabem o que é respeito ao próximo e ignorantes como são tentam justificar tal atitude com latinidade. Até parecem que sabem o que isso significa. E, para nossa infelicidade e vendo os comentarios aqui, parecem, ser maioria. Fazer o que? Um dia quem sabe esse país investe em educação.

  13. Concordo com o Marcao, com ao Alisson e com o Theo. Esse negócio desse pessoal q fala que é “cultura” assistir jogo em pé e balela. Isso é a falta de educação q já está inserida na mentalidade dessas pessoas. Essas pessoas simplismente não ligam para o próximo, só pensam em si e usam a desculpa de “cultura”, “sangue latino”, e outras bobagens pra justificar sua falta de educação.

  14. Claro porque educação é chamar as pessoas de idiotas sem as conhecerem ..EducadÍssimos os senhores.

    E assitir jogos em pé é cultural sim. Estadio é lugar de apoio como já disse não teatro.

    O time precisa de apoio não de espectadores! Muito bonito falat em caldeirão que a torcida isso a torcida aquilo criticar o time, e ficar sentado calado…

  15. A torcida do Boca Jr. é uma das mais belas em atuação, no seu campo a La bombonera, ela é o 12º e 13º jogador, cantam e pulam o tempo todo, pergunto: – Eles assistem jogos sentados? lá para quem não conhece exitem os camarotes para quem quer assistir jogos sentados e com conforto.
    Quero deixar registrado, que longe de mim, quero prejudicar quem esta atras, do lado, a frente, enfim somos todos torcedores do Galo. Tenho a empatia de estar sempre bem comigo e com o próximo. Um abraço e saudações Galistas.

  16. Perfeito o relato do Renato Teixeira Dias.
    Gostaria de assistir aos jogos sentado, já tentei até mesmo ficar na primeira fila de cadeiras, mas não funcionou devido à circulação de pessoas entre essa fila e o vidro que separa a arquibancada do gramado (e também devido ao grande número de policiais que ficam de pé por ali, “tomando conta” da corda que protege o vidro…) Desisti. Assisto os jogos de pé a contragosto, e já considero não renovar o meu Galo na Veia.

    E a falta de respeito não se restringe aos estádios de futebol. Vivi experiência semelhante quando fui assistir à peça “Romeu & Julieta”, do Grupo Galpão, na Praça do Papa quando da abertura do FIT – Festival Internacioal de Teatro. Pessoas que chegaram em cima da hora se esperemiam em meio àqueles que já estavam ali assentados, e ficavam de pé, tirando a visão dos que haviam chegado mais cedo – e nos dois lados da briga havia casais, mulheres, idosos, pais com crianças…

  17. Apesar da reforma o estádio do Indepa continua pouco confortável, e com grande problemas de visibilidade, mesmo no setor inferior.

    A questão levantada é pertinente. Até 10min do começo do jogo uma multidão fica de fora do estádio, deixando pra entrar em cima da hora. Resultado: Estes se aglomeram nas escadas e atrapalham todos os outros, criando um efeito cascata.

    O problema poderia ser solucionado se a empresa que administra o estádio colocasse funcionários pra fiscalizar e garantir a boa utilização do mesmo.

    No Galo x Gremio, vi um torcedor, que irritado com o resultado, deu um chilique, espancando a cadeira de forma proposital, para causar danos. Não apareceu nenhum responsavel para coibir o vândalo. (PMMG ou funcionario da admnistradora intervir).

    O problema se resume a FALTA DE EDUCAÇÃO + FALTA DE FISCALIZAÇÃO/REPRESSÃO

  18. Lorota 1) É cultural no Brasil assistir a jogos de futebol de pé. Fui muitas vezes ao Mineirão lotado e não tinha nada disso. Inventaram essa bobagem há pouco tempo.

    Lorota 2) Não somos europeus. Temos sangue latino, somos diferentes. Portugueses, espanhóis, franceses e italianos têm sangue o quê? Vibram, torcem ardentemente e se levantam, sim, em diversos momentos do jogo. Alguém imagina um italiano assistindo a um jogo como um aristocrata inglês?

    Lorota 3) Estão achando de estádio de futebol é igual a teatro. Ninguém que frequenta estádios acha que é igual a teatro. Nunca achou. Só não é igual a comício ou shows ao ar livre.

    O problema é mesmo de educação.

  19. Este negócio de “desculpa cultural” não cola mais. Fossemos voltar à cultura antiga, então o estádio não terria arquibancada. Voltemos mais ainda, e os selvagens iriam ter de caçar ou plantar seu alimento, ao invés de comprarem no supermercado.

    O problema que o Paulo Torres citou não acontece em outros locais do mundo por motivo simples: sujeito chegou atrasado, vai perder até o intervalo da peça. Outro dia mesmo o sujeito não soube controlar seu iPhone durante uma ópera nos EUA, e o maestro parou e ficou olhando para o sujeito. Nos outros países, quem está certo não tem qualquer receio de envergonhar quem está errado.

    Mas no Brasil, como dizia Kafunga, “O errado é que está certo!“. Os selvagens não tem vergonha de “agir instintivamente”, enquanto os racionais ficam envergonhados de exigir seus direitos. O país é hoje o verdadeiro “império da sem vergonhice”. Uma vez eu fui pedir para um sujeito parar de fumar, debaixo da placa de não fumar em um shopping da cidade, e o sujeito veio me perguntar se eu era “dono do shopping”. Falou isto sem a cara mudar de cor. E isto um sujeito que eu levanta com um dos braços. Nem “receio de intimidação física” tinha mais. Enquanto eu não falei ia tirar uma foto e que gastaria até meu último centavo, mas faria a vida dele virar um inferno com processos na justiça, o sujeito não apagou o cigarro. Enfim: os selvagens só se convencem com intimidação física ou financeira!

  20. O certo é comprar o ingresso com lugar marcado e assistir o jogo nele. Não importa a hora que você chegar…o lugar é seu por direito. Mas o básico não é observado…..quem promove o jogo não informa qual o lugar disponível e quando você entra no estádio não tem ninguém que faça você se dirigir ao setor ande se encontra seu lugar. Por que que quando as pessoas viajam de ônibus ou avião elas obedecem os assentos? Até nos cinemas isto acontece….isso é uma questão de educação e respeito ao direito das pessoas. Questão cultural uma ova…torço sentado e grito e canto como qualquer um que fica em pé.
    Respeito antes de tudo. O ingresso é caro e quero meus direitos respeitados.

  21. Senhor reclamante,
    acho que precisas trocar de celular ou de operadora pois eu ligo e recebo ligações dentro do Independência e em torno dele sem problema algum.

    Quanto a essa chatice de ficar em pé, ficar sentado, com licença. Fui.

  22. Eu estou cansado e não posso desistir!
    Eu estou cansado de justificativas pobres, estou cansado de comungar com um percentual pequeno de sensatez e ser excomungado pela maioria que só enxerga seu umbígo. De repente como disse o Alisson, no Brasil o errado é que está certo, então me desculpem por eu estar certo, porque na visão de vocês, estou errado então fazer o quê? Desistir não posso, tenho um filho pequeno que está herdando este país e eu ainda sou coresponsável enquanto aqui estiver, então gastarei até a ultima gotícula de saliva e ou tinta para escrever contra o que na minha humilde opinião não passa de: Egoísmo e falta de respeito ao próximo, para não estender mais.

  23. Nao se trata de querer imitar a Europa, e sim de Educaçao. Os mesmos “torcedores” que sobem na cadeira e ficam em pe tampando a visao de quem esta atras, sao os que acham normal urinar nas paredes, jogar lixo na rua, furar filas, etc

    Questao de Educaçao!

Deixe um comentário para Xavier Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *