
Narração de futebol: “Os direitos são iguais e devem ser iguais. Mas tem coisas que mulheres fazer melhor que homens e vice-versa…”
Ana Thaís Matos e Renata Mendonça, ótimas comentaristas da Globo

Ana Thaís Matos e Renata Mendonça, ótimas comentaristas da Globo

Andrezinho com o troféu de campeão da Copa do Futuro

Como foi difícil esta semana, depois de nos despedirmos no
4 Responses
Interessante é que cerca de 20% é também o número de mulheres que estão nascendo a mais do que homens em países em desenvolvimento, principalmente devido a tradições “absurdas” (como só homens poderem herdar terras, etc.). Em países como China, é frequente o aborto de fetos quando se descobre que seriam meninas.
“Felizmente”, no Brasil a discriminação é “apenas” sócio-econômica. Mas há de se melhorar muito para se chegar no Brasil ao nível de EUA ou Europa. No Brasil, raramente vi uma mulher no “comando”, como já vi em outros países.
Olá Chico Maia.Parabéns pela coluna de hoje no jornal O Tempo,você tocou num assunto que poucos tem coragem de tocar no Brasil.Não é bom pro futebol esses dirigentes com mandatos perpétuos.
Ulisses,Bom Despacho-MG.
A partir da década de 80 (Século XX ) As mulheres começaram a emancipar profissionalmente, principalmente com a lei do Divórcio, mas ainda acho que vai levar mais um século para se equiparar ao homem em todos os direitos comum..É a cultura de um País Machista..
Quanto a charge da Rapôsa e do galinho, nada a retocar..Frases certas..
Campeonato ótimo.
São 12 times que lutam pra chegar ao G8. Empolgante.