Clube grande do país continua dependendo do bolso de conselheiro

Parece mentira, mas a realidade do futebol brasileiro continua como sempre foi na maioria dos clubes. Pensei que o Palmeiras fosse tomar um rumo diferente quando o economista Luiz Gonzaga Beluzzo foi eleito presidente. Fez as besteiras que fez, se envolvendo com torcidas organizadas, na tal frase infeliz (vamos matar os bambi!), também permitindo que uma delas e entrasse na concentração do time para pressionar os jogadores, e ainda pagou aquele mico nacional dizendo que agrediria fisicamente o árbitro Carlos Eugênio Simon se o encontrasse pessoalmente.

Mas, diziam que o forte dele era na parte administrativa/econômica, apesar de ter sido um dos gurus do governo José Sarney na presidência da república.

Vejam estas duas notas publicadas ontem na coluna Painel, da Folha de S. Paulo:

“Sempre ele.”

Conselheiros do Palmeiras dizem ter ouvido do novo diretor financeiro Francisco Busico que o clube pediu emprestado R$ 500 mil ao conselheiro Paulo Nobre para acertar a premiação pela vitória contra o São Paulo e também para saldar um débito com o goleiro Marcos.

“Espera.” De acordo com os mesmos conselheiros, Nobre, que já fez outros empréstimos ao Palmeiras para a contratação de reforços, ainda não recebeu o pagamento.

2 Responses

  1. Tem que acabar com essa lei pelé para os clubes sentir vontade de revelar jogadores novamente e esse mesmos jogadores quererem jogar bola e não comprar carros e apartamentos, e o futebol volta a ser a magia que sempre foi.

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