Até domingo, 13, tem o US Open um dos mais tradicionais torneios de tênis do mundo. Estive neste palco durante a Copa

Em foto do Eugênio Sávio, com o anfitrião novaiorquino Alisson Sol.

A primeira edição do torneio foi em 1881.

Durante a Copa do Mundo tive o prazer de conhecer o USTA Billie Jean King National Tennis Center, no Queens, em Nova York, onde fica o maior estádio de tênis do mundo com capacidade para 23.700 pessoas.
Obrigado ao amigo @alisson.a.sol Sol, mineiro que reside nos EUA há quase 30 anos, grande anfitrião, que proporcionou a mim e ao fotógrafo @eugeniosavio conhecermos tanta coisa em Nova York e Nova Jersey.O

 maior nome do tênis brasileiro na história do US Open continua sendo a legendária Maria Esther Bueno, com quatro títulos de simples (1959, 1963, 1964 e 1966) e muitos títulos de duplas no torneio.

O maior nome masculino do tênis brasileiro, Gustavo “Guga” Kuerten conseguiu chegar às quartas de final em 1999 e 2001.

Nosso maior nome do tênis atualmente, o carioca João Fonseca, 20 anos, não disputou este US Open, por causa de uma lesão abdominal.

A paulista Luisa Stefani competiu em dupla com a canadense Gabriela Dabrowski. Elas saíram nas quartas de final, sendo derrotadas pelas norte-americanas Robin Montgomery e Ashlyn Krueger.

No torneio em cadeira de rodas do US Open, o mineiro de Salto da Divisa (que mora em Uberlândia e compete pelo Praia Clube) Leandro Pena, saiu nas quartas de final, ontem, quinta-feira. Ele tem 36 anos, é 13º no ranking e foi batido pelo holandês Niels Vink, número 1 do mundo.

https://twitter.com/chicomaiablog/status/2098227225539588137/video/1

https://twitter.com/chicomaiablog/status/2098247304914342100/video/1

2 Responses

  1. Seja sempre bem vindo.

    Se já estava quente quando você estava aqui, piorou em alguns dias recentemente. Em breve vão ter de mudar as datas deste torneio. Ou então mudar a modalidade para “Tênis Sauna”. Do jeito que vai, o tênis só vai acordar quando morrer alguém na quadra.

  2. Ontem tive o prazer de ver a Coco Gauff ser defenestrada do torneio pela Rybakina. Não que eu não goste do jogo da norte-americana, mas é difícil suportar aquela cara dela de quem comeu e não gostou durante todas as partidas que ele a disputa. Nunca vi tamanho mal humor na minha vida. Em compensação vou ter de engolir os gemidos, caras e bocas da Sabalenka na final. Aliás, alguém sabe explicar esse aspecto da regra? A torcida não pode se manifestar durante as disputas de pontos, mas o jogador pode gemer o tempo inteiro ao rebater as bolas.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *