O Galo em Caxias do Sul, o “fator casa” e as “duas faces da verdade”!

x.com/Atletico

Lendo e assistindo comentários sobre Juventude x Atlético desta noite, 19h30, jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil, lembrei do grande poeta português, Fernando Pessoa (1888/1935), que dizia que todo fato possui múltiplas interpretações, dependendo do observador. Nestes tempos de “inundação” de treinadores patrícios dele em no futebol brasileiro, vale a reflexão.

O Zero Hora, grande jornal gaúcho destaca no título: “Juventude aposta na força do Alfredo Jaconi e na consistência da equipe para eliminar o Atlético-MG”

E prossegue: “o fator casa pode fazer a diferença a favor da equipe gaúcha. Foi assim na fase anterior, quando o Juventude eliminou o São Paulo. No jogo de ida, no Morumbi, os gaúchos perderam por 1 a 0, mas na volta deram o troco e ganharam por 3 a 1. No agregado, o placar de 3 a 2 garantiu a equipe para este confronto com os mineiros…”

Já o portal paulista R7, avalia de forma diferente: “Retrospecto na casa do Juventude anima o Atlético em busca da classificação – Galo tem bons números quando atua no mando da equipe jaconera. Ao longo da história, considerando todas as competições, o Atlético disputou 15 partidas como visitante contra o Juventude. O desempenho é favorável ao clube mineiro, com sete vitórias, quatro empates e quatro derrotas, aproveitamento de 55,6%…”

O jornal carioca Lance, lembra que Atlético e Juventude já se enfrentaram pela Copa do Brasil e deu Galo, lá, nos pênaltis, pelas quartas de final em 2016. “Na partida de ida, disputada em Belo Horizonte, o Atlético venceu por 1 a 0. No jogo de volta, no Alfredo Jaconi, o Juventude devolveu o placar de 1 a 0, levando a decisão para as cobranças de pênaltis.

Nas penalidades, o Galo levou a melhor, venceu por 4 a 2 e garantiu a classificação para a semifinal da competição.”

Victor, na época já na condição de “São Victor do Horto”, defendeu duas penalidades. Pena que ele não tenha sido um bom diretor de futebol, como o grande goleiro que foi.

Mas o Atlético continua tendo um muito bom goleiro e defensor de pênaltis, Everson. Como tem um time apenas razoável, como o Juventude, todos estes fatores podem garantir a classificação alvinegra na serra gaúcha esta noite.

O time provável, do técnico Eduardo Domínguez: Everson, Preciado (Natanael) Ruan, Lyanco e Renan Lodi; Tomás Pérez, Maycon, Bernard, Victor Hugo e Tomás Cuello (Dudu); Cassierra.

Arbitragem: Flávio Rodrigues de Souza (SP);

Assistentes: Alex Ang Ribeiro (SP) e Cipriano da Silva Sousa (TO)

VAR: Rafael Traci (SC)

Transmissão pelo Prime Video

3 Responses

  1. Não entendo o porque o treinador deixa o Alexandro no banco, pois ele digo Alexandro tem muito mais futebol do que o Alan franco ! Tem algum de errado !
    Por isso sinto saudades do tele Santana!
    Ele tinha a visão de ver bons jogadores !

  2. Se der a logica juventude passa. joga em casa jogou melhor que o galin na arena . o galin é um time só sabe jogar no contra golpe. se der a bola pra esses bagre ai eles se apavoram com ela basta ver os ultimos jogos.

  3. Chico, bom dia. Os números, estatisticas, retrospectos e todas as balelas e falácias crias em torno dos jogos só servem para alimentar as resenhas, debates de blogs e programas esportivos, juntamente com suas materias. A frase mais apropriada neste exato momento para a dupla Rapogalo é “O jogo é jogado e o lambari é pescado”, o resto é muita besteira jogada no ar. O importante no velho ludopédio é a bola na casinha, se isto não acontece é uma soma de fatores imensos. Copa do Brasil já produziu grandes exemplos de superação como Santo André em cima do Flamengo, Juventude em cima do Botafogo, aqui em MG Afogados e Souza já nos deram dor de cabeça e quem não lembra do gol do Giovanni contra o São Paulo no último minuto do jogo. Então, como diria o mestre Rogério Perez, “Menos gente, bem menos” Vamos aguardar !!!

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