O mesmo Atlético de antes da Copa, tropeça nas limitações do elenco e empata em casa com o Bahia

Foto: Pedro Souza/Atlético

O público, melhor que o esperado: 31.018 pagantes na Arena. E certamente não foi por causa de coxinha à venda a 13 reais, motivo de alarde besta, sem a menor necessidade. A torcida compareceu na esperança de ver um time mais eficiente que o do primeiro semestre, mesmo que não tenha chegado nenhuma contratação para gerar esperanças.

Partida equilibrada, abertura do placar por Ruan Tressoldi aos 45 minutos do primeiro tempo, aproveitando cruzamento do Bernard. No segundo tempo o Bahia voltou com tudo e Ademir “Fumacinha”, empatou aos 11 minutos. Dureza é ter que ouvir e ler na imprensa esse jargão bobo, “lei do ex”, toda vez que um ex-jogador de um time faz gol no antigo patrão. Hoje não foi diferente. “Menos, gente; muito menos”, como diria o mestre Rogério Perez, saudoso jornalista que abominava determinados vícios da profissão.

Cassierra e Natanael desperdiçaram oportunidades que não se pode perder. Everson fez grandes defesas e o Bahia ainda mandou duas bolas na traves atleticana.

O técnico Eduardo Dominguez, sem opções no banco para melhorar o desempenho, errou ao tirar Bernard, que era um dos melhores em campo.

Como disse o Eduardo Madeira na transmissão da 98 FM, “ficou de muito bom tamanho esse empate”, mesmo sendo em casa!

Próximo adversário o Palmeiras, domingo, em São Paulo.

Os times

Atlético: Everson, Natanael, Ruan Tressoldi, Lyanco e Renan Lodi; Maycon (Cissé), Tomás Pérez, Victor Hugo (Dudu) e Bernard (Reinier); Cuello e Cassierra

Técnico: Eduardo Domínguez

x.com/ecbahia

Bahia: Ronaldo, Román Gómez, David Duarte, Ramos Mingo (Marcos Victor) e Zé Guilherme (Iago Borduchi); Acevedo, Erick e Nestor; Ademir (Everton Ribeiro), Erick Pulga (Kauê Furquim) e Willian José (Ruan Pablo).

Técnico: Rogério Ceni

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