Entre chutes e previsões de “especialistas”, agora é “mata-mata” e tudo pode acontecer. Inclusive no Brasil x Japão!

x.com/CONMEBOL – A CONMEBOL destaca os próximos jogos das cinco seleções sul-americanas classificadas para a segunda fase da Copa. O Uruguai foi a grande decepção do continente.

Em toda Copa aparecem pais e mães de santo, videntes, “achólogos” e gurus de todo tipo para prever quem será campeão ou quem vai eliminar o Brasil.

Sempre bobagens ao vento, mas diante de tantos chutes e tanto guru, uns acabam acertando alguma coisa. O jornal O Tempo lembrou sexta-feira, que o economista alemão Joachim Klement previu em maio deste ano, ou seja, antes do início da Copa, que o Brasil seria eliminado pelos japoneses.

O Horácio Duarte, comentarista aqui do blog, fez uma avaliação da primeira fase que a vale ser compartilhada: “É seu Chico, eu até acho que o Brasil pode passar pelo Japão. Japão tem jogo coletivo e sabem por pressão no adversário. Esse é o ponto, a defesa do Brasil é lenta e entrega fácil a paçoca quando pressionada.

Eu assisti a muitos jogos do equador, acabei vendo a Costa do Marfim e a Alemanha. Fiquei surpreso com a correria da Costa do Marfim que mostrou alguns jogadores com boa qualidade técnica. Também fiquei surpreso com a Alemanha, ruim de doer. Além desses assisti a poucos jogos, Japão, um da Espanha que não vi nada de especial e Portugal. Portugal merecia ter perdido de uns 4 para Colômbia.

Futebol da copa é pasteurizado, ‘futebol de seleção’, um juntamento de bons jogadores, muitas com um monte de velhos em fim de carreira. Na falta de entrosamento, todos jogando na defesa, esperando por uma bola, ou pelo ‘crack’ que desequilibra como dizem os spikes.

Os times da Africa têm muito físico e qualidade técnica para jogar desse jeito. Como têm muito mais velocidade, ganham fácil da velharia mas erram muito na conclusão e são pouco efetivos.

O que eu vi é um futebol péssimo com seleções muito ruins. E concordo, para acompanhar uma copa tão ruim, com poucos jogadores dos clubes, tem que gostar mesmo é de feriado.”

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Pois é! Aguardemos.

Em muitos muros e paredes de Nova Iorque, campanha às vítimas dos terremotos da Venezuela, que já somam mais de mil mortos.

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