Praça Horace Greeley, que foi o fundador e editor do *New York Tribune*, provavelmente o jornal mais influente do país em uma época em que a maioria dos periódicos eram “órgãos” políticos ou veículos de escândalos.
Torcedores das mais diversas nacionalidades assitem Japão 1 x 1 Suécia, que definiu o adversário da seleção brasileira na próxima fase da Copa. Nessa praça se bebe à vontade em público, lata, garrafa long-neck ou copos de chope. A preço da cerveja varia de 7 a 11 dólares.
Cobertura de Copa é diferente de qualquer outro evento. A gente se envolve com tudo; dos detalhes da viagem ao dia a dia do país e cidades sedes. No presente caso, dos países sedes.
Peço desculpas pela pouca presença aqui no blog, que é justamente o meu espaço preferido da comunicação atualmente. Nestes novos tempos, do império tecnológico, a leitura está sendo escanteada, em favor da imagem, vídeos principalmente, de conteúdo bizarro, chulo, pois o que vale é a audiência, cliques e etecetera e tal. Estou fora disso, jamais comerei banana com casca pra gerar mais “engajamento”, ou sair dançando por aí. Num determinado dia vi dois companheiros respeitáveis, de uma TV fechada, até então conceituada, apostando quem comia um cachorro quente mais rápido. Ainda bem que o controle remoto ainda existe e a bateria estava em dia. Mudei de canal e nunca mais voltei lá.
Tenho saudade das minhas colunas nos jornais Hoje em Dia, O Tempo, Super Notícia, que mantenho semanalmente no Sete Dias, e tento manter diariamente aqui, no blog, contando com a colaboração de vocês com comentários e observações que muito me ajudam a ver o futebol, demais esportes e a vida.
O jornalismo de antes não existe mais e o tema está na pauta cotidiana. Assunto longo, para trocarmos ideias no dia a dia aqui. Ando horrorizado com tanto bate boca entre colegas, o que confirma aquilo que venho pensando desde que a blogosfera tomou conta: não só os veículos, mas os profissionais, especialmente os mais experientes, estão completamente inseguros, perdidos, sem saber o melhor rumo a tomar.
Como dizia o argentino Dom Julio Grondona, o todo poderoso presidente da AFA, que só não foi parar na cadeia no “FIFA Gate” de 2015 porque morreu antes: “Tudo passa”!
Aguardemos!

Sobre a a Copa e a seleção
A partir de agora é vencer ou vencer. Empate no tempo normal dá prorrogação e pênaltis. No “mata-mata” não tem perdão e quem perder volta pra casa. A seleção brasileira joga o Japão, a segunda fase (16 avos de final), às 14 horas, em Houston, a 2.620 Km de Nova Iorque, 300 Km a menos que de Belo Horizonte a Fortaleza, por exemplo.
Vencendo, retorna depois do jogo para Nova Iorque/Nova Jersey, para as oitavas de final. Perdendo, volta para o Brasil.
Óbvio que enfrentar o Japão é muito melhor que a Holanda, seleção de respeito, que já eliminou o Brasil em duas Copas, 1974 e 2010. Na hora “agá”, os japoneses vão amarelar, as pernas vão tremer e a seleção do Ancelotti chegará às oitavas.
Encontrando o time
Carlos Ancelotti está montando o time ideal durante a Copa. Ganhou de adversários da prateleira de baixo, porém mostrou progressos consideráveis contra a Escócia. Os laterais Danilo e Douglas Santos estão dando conta do recado; o técnico viu que Rayan é o substituto certo do Rafinha, que aliás, não vinha jogando nada; o tão criticado goleiro Alisson voltou a inspirar confiança, e Vinícius Jr. é o grande nome e esperança da seleção.
Imaginar que o tonto do Tite o tirou de campo, nas quartas de final contra a Croácia, aos 18 do segundo tempo, com o Brasil precisando marcar gols. Neymar entrou bem nos 20 minutos finais e pode ser uma solução em algum momento neste próximo jogo contra o Japão.

Praça Horace Greeley, entre a Broadway e a Time Square, dos raros lugares abertos em que se pode sentar, assistir a um jogo da Copa sem ter que pagar 20 dólares, como é no bares oficiais, credenciados a exibir as partidas nos Estados Unidos.
De acordo com a Wikipedia, "Horace Greeley foi o fundador e editor do *New York Tribune*, provavelmente o jornal mais influente do país em uma época em que a maioria dos periódicos eram "órgãos" políticos ou veículos de escândalos. Conhecido carinhosamente como "Old Honesty" (o "Velho Honesto"), Greeley gozava do respeito e da confiança de leitores que sabiam que ele sempre diria exatamente o que pensava. Ele também se destacou pelas causas progressistas que defendeu, como os direitos das mulheres, os sindicatos trabalhistas e a oposição à escravidão.
A oposição à escravidão foi, sem dúvida, a causa mais importante abraçada por Greeley. Assim como a maioria dos americanos do Norte, ele inicialmente estava disposto a fazer concessões sobre a questão, permitindo que a escravidão continuasse onde já era legal, mas opondo-se à sua expansão. Ele foi um dos fundadores do Partido Republicano e exerceu influência decisiva na nomeação e na eleição de Lincoln. Durante a Guerra Civil, assim como Lincoln, ele passou a aceitar que a restauração da União exigia a abolição completa e, após a vitória da União, apoiou fortemente a aprovação da 13ª, 14ª e 15ª Emendas à Constituição."


