O estádio onde a seleção brasileira estreou, Nova Jersey/Nova Iorque é fantástico. Voltei lá hoje pra assistir França e Senegal. A final será lá também, dia 19 de julho.

Prático, de fácil acesso, fácil e rápido escoamento e muito requintado.
A tribuna de imprensa é impressionante: confortável, funcional, um luxo danado. Mas, não é para futebol. Parece que estamos cobrindo uma ópera ou exibição da sinfônica de Nova Iorque. Não dá para escutar o barulho das torcidas. Para que estamos num estúdio de rádio ou TV. Não dá prá enxergar a torcida na parte de cima das arquibancadas. Do lado de cá dos corners há pontos cegos, que nos obrigam a se levantar para ver quem vai bater, e o ar condicionado é frio demais, pra gripar qualquer um. Tipo 15 graus, e lá fora mais de 30.

Ah, também tem umas barras de alumínio que nos obrigam a ficar movimentando o pescoço pra saber quem deu um passe ou recebeu uma bola em velocidade. Não dá tempo de ver e aí temos que esperar a reprise do lance nos muitos aparelhos de TV à disposição.


