Tadinha da Chapecoense, lanterna, 9 pontos: enfrenta a lei natural do futebol brasileiro. Na dúvida, apita-se sempre a favor do maior e mais forte na mídia

Jogo que parecia ser fácil, foi muito difícil e a Chape foi embora reclamando demais da arbitragem. Com repercussão numa rede de torcedores do Bahia:
ResenhaBBMP
Chapecoense dando um trabalho da disgraça ao Cruzeiro no Mineirão, com um gol e um pênalti anulados no detalhe, onde talvez outra arbitragem teria validado pelo menos um dos dois. Jogo termina 2 a 1 pro Cruzeiro.”

15 Responses

  1. Chico, vai brigar com tecnologia?? Tudo normal nas decisões. Basta ver os lances com o VAR. No mais, o cabuloso precisa parar de perder gols.

  2. Reflexo de tudo no Brasil e no esporte não será diferente. Eu fui ao jogo pois o filho do meu amigo e jogada Chape (Victor Caetano ex sub 20 do meu América) e vi este absurdo 2 gols anulado na cara de pau e o pênalti foi inacreditável como conseguiram achar algum problema. Não estou falando contra o Cruzeiro só estou comentando a ruindade da incapacidade e falta de coragem do árbitro e do VAR quanto a validação do gol . Que tristeza e desânimo.

  3. Chico Maia e colegas, anotem aí, nosso goleiro será a revelação do br26, apesar d q quando o goleiro destaca muito bem torna-se preocupante, porém este menino joga de mais e tomara q o portuga deixe o Cássio no banco quando rretornar. Quanto a arbitragem é chover no molhado, o var interveio muito errado no lance do q seria o segundo gol celeste e depois a tecnologia serviu pra “ajudar” mas hj temos mais é de sumir com este bruno rodrigues, da não, ETA jogador ruim so.

  4. Este mecanismo do VAR não está funcionando. Vamos ignorar que, neste caso da anulação da penalidade para a Chapecoense, o VAR estava certo. O problema é que o jogo de futebol não era esta novela com paradas de 5 minutos toda hora para “rever um lance em câmera lenta”. Não é isto que praticamos na várzea. Se fosse garantido que não haveria erros, vá lá. Mas ainda há erros graves. Provavelmente, em algum futuro próximo terá de ser implementada uma regra semelhante à do futebol americano: cada time tem um máximo de 2 “chamadas ao VAR” por jogo. Do jeito que está, não é possível continuar. E não é consistente ao redor do mundo. Você assiste 5 jogos da “Premier League” e vê o juiz indo a VAR uma vez. Assiste um jogo de futebol no Brasil e o juiz vai ao VAR 5 vezes!

    Em relação ao futebol do Cruzeiro: um time que abre 2 gols contra o lanterna do campeonato e depois leva 10 minutos de sufoco no final da partida é, independente do resultado, um desastre em todos os setores. Só quem não viu a partida acharia a defesa o maior problema (não que não seja “um problema”). O ataque do Cruzeiro simplemente “brinca em serviço”. Até a penalidade mal-batida foi uma irresponsabilidade.

    Vamos observar o meio-de-campo do Cruzeiro. A falta de objetividade é irritante. Falem o que quiserem do Messi: que hoje em dia anda em campo, que parece lento, etc. Mas quando ele pega a bola, mais de 80% das vezes ele “vira para o gol adversário e dá um passe para a frente ou uma arrancada com a bola“. Enquanto isto, o futebol brasileiro parece que, além da lei de “chamar o VAR 5 vezes por jogo”, tem alguma lei de que “o jogador tem de primeiro eliminar todas as possibilidades de dar um passe para trás ou para o lado antes de tentar ir para a frente“. Alguém viu o que o tal João Pedro fez no último jogo do Chelsea? (em que perdeu de 2×1 para o Sunderland, quem tem 1/3 da sua folha de pagamento!). Tivessem visto, veriam o Jão Pedro cumprindo à risca a regra da bola de lado e para trás!

    A defesa do Cruzeiro atualmente é como o pé-grande: dizem que existe, mas eu nunca vi! Que o goleiro preste atenção os 90 minutos, pois vai continuar tendo de ser um destaque!

    1. Falo isso há anos.

      O VAR foi implantado no Brasil com uma filosofia diferente do resto do mundo.

      Não deveria ser um zé ruela qualquer a chamar o árbitro, que é a autoridade máxima, e sim o árbitro consultar o VAR quando achar que deve.

      E sim, dois pedidos de revisão por tempo de jogo para cada time. E pedidos pelo capitão, não por um bololô de jogadores fazendo pressão.

  5. Uffa ! Até que enfim o Cruzeiro o VAR está olhando o Cruzeiro com mais atenção, pois antes era tudo contra nós. Uma coisa inacreditável aconteceu contra o Boca Juniores e hoje a mesma coisa. Os ventos estão mudando.

  6. Bom dia Chico Maia. Excelente semana a todos. O VARcalhado vai ferrar todos neste campeonato. Esta ferramenta é muito boa na Europa, onde os árbitros são muitos bons e não levam nem 10 segundos para verificar um lance e tem lances que eles nem vão ao VAR, já decidem no próprio campo. Mas aqui, nos Pais da falcatrua tudo pode acontecer. E a Chapecoense tem o direito de chorar e todos os 20 clubes vão reclamar e muito das arbitragens e decisões dos “homens de preto”. Mas a situação da Chape não está deste jeito por causa da partida de ontem, o time de Santa Catarina disputa um campeonato a parte e o troféu deles seria ficar na serie A. Eles tem uma única vitória em 16 jogos, estão a 15 jogos sem ganhar de ninguém, 35 gols e ganhou só do Santos do Menino Ney. Perdeu de virada para o Remo na Arena Condá e para piorar não ganha dos seus concorrentes diretos na permanência da elite do Brasileirão. Ontem foi somente mais uma daquelas fases, que entre ajudar o primo rico e o primo pobre, o juiz que é bem ruim resolver ajudar o primo rico. E vamos que vamos , amanhã pode ser a dupla Rapogalo reclamando do VARcalhado e seus apitadores em um jogo contra os grandes. Vida que segue.

  7. podemos discutir as regras mas elas foram bem aplicadas. impedimento anula o penal que seria bem marcado. o gol anulado eu não sou favor de anular pois acho a regra uma m…. porém o jogador tenta ir na bola e F bruno vai para marcar mas a bola passa e outro jogador faz o gol porém acho que ele ia fazer o gol de qualquer jeito.
    eu não sou como uns ai que chora todo jogo e fica calado quando favorece.

  8. Cruzeiro foi prejudicado na anulação do seu segundo gol no primeiro tempo e em pênalti não marcado no segundo tempo.

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