Na “tradução” e interpretação da fala do técnico, as melhores explicações para os problemas do Atlético

x.com/Atletico

No twitter, o @rafacyrne do site No Ataque avaliou ponto por ponto a entrevista coletiva do técnico do Atlético após a suada vitória sobre o uruguaio Juventud de las Piedras. Concordo plenamente e tento resumir aqui:

Eduardo Dominguez repete o mesmo discurso do Sampaoli, Cuca, Milito e Eduardo Coudet, porém de forma mais cifrada e elegante. Em outras palavras: a diretoria promete coisas quando contrata o treinador e não cumpre. Me lembro que o Cuca chegou otimista, dizendo que também chegariam jogadores à altura do Galo. Dias depois, o então diretor geral, Bruno Muzzi, deu entrevista coletiva, dizendo que o clube teria que vender pelo menos dois, para “equilibrar” as contas. E lá se foi o Rubens, na época um dos jogadores mais importantes do time.

A questão de ambiente interno também está sendo externada pelo Dominguez, que possivelmente já teria excluído do grupo quem não está devidamente comprometido. Mas, colocar quem no lugar, se ele não tem peças de reposição à altura?

Por isso ele repete tanto a tal “janela” de transferências, “quantas partidas faltam”. Resumo da ópera: o Atlético não tem um diretor de futebol à altura e os donos, que não são do ramo, estão iludidos, achando que tem.

É lamentável, mas é isso aí.

Também no twitter, outras avaliações que evidenciam que a incompetência do comando do futebol do Atlético não é de agora. Aqui, da “era” Victor.

O Matheus Soares lembrou outro triste exemplo disso:

@omatheus77 “E pensar que um jogador que cobrou vergonha na cara e a falta de empenho na vergonha de Buenos Aires, foi doado pela diretoria. O tempo deu razão ao Battaglia”

O sempre atento aos bastidores Betinho Marques, do Fala Galo e agora com o seu ótimo canal no YouTube, BetinhoMarquesTV

@rmarques13 “É duro, mas chegou a hora do Barba se tornar o Levir Culpi, como naquela “SeleGalo” de 1994 O diagnóstico está escancarado. Ou o clube se move e muda ou a dor será muito pior no fim da temporada. Jurídico ajustado para evitar a fadiga e “Reinaldinhos” famintos em campo.”

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