Gente, isso não é IA. Era Roberto Carlos cobrando faltas e chutando de longe

Foto: falagalo.com.br/GaloMemória – galopedia.blogspot.com/ – O Canto do Galo: Fred (Cláudio), Nael, Paulo Sérgio (Mauro), Anderson e Roberto Carlos; Altivo (Macaé), Carlos (que era outra grande promessa), Moacir e Kal Baiano (Leandro); Ângelo (Wiver) e Glauco.

O Futebol Nostálgico @futnostalgico  postou essas bombas precisas do Roberto Carlos.

Muita gente não sabe, mas ele jogou pelo Atlético, em 1992, quando tinha 19 anos. O clube que o revelou, União São João, de Araras, fez um acordo com o Galo, que iria excursionar pela Europa, com jogos na Itália e Espanha.

Seria um time reserva, já que o titular, dirigido por Procópio Cardozo, estava empenhado na Copa Conmebol.

O principal objetivo da excursão era mostrar algumas jovens promessas do time a possíveis pretendentes. O volante Moacir era o mais cobiçado.

O União de Araras tinha sido sondado por clubes de lá e também precisava de uma “vitrine”. Contou com o Atlético para isso, com a perspectiva de que ele jogasse um tempo no Galo, até a concretização de algum negócio.

Nessa excursão o time foi muito mal, perdendo todos os jogos: Lazio e Torino (ambos por 2 a 0) sem a presença do Roberto Carlos. Na Espanha, perdeu para o Lérida (2 a 0), Logroñes (2 a 1) e Athletic Bilbao (3 a 1).

Ele jogou as três. O time contra o Lérida, no dia 27 de agosto era: Fred (Cláudio), Nael, Paulo Sérgio (Mauro), Anderson e Roberto Carlos; Altivo (Macaé), Carlos (que era outra grande promessa), Moacir e Kal Baiano (Leandro); Ângelo (Wiver) e Glauco.

O técnico era o Coronel Amauri Meirelles, que comandava o junior.

Na volta ao Brasil o União São João o negociou com o Palmeiras e de lá ele foi para a Inter de Milão e depois Real Madri.

Já no fim da carreira ele manifestou a sua gratidão a todos os clubes por onde passou e agradeceu de forma especial ao União e ao Atlético: “Devo a todos os clubes pelos quais atuei, até mesmo ao meu pequeno União São João, de Araras, pois a gente nunca deve esquecer nossas origens. Mas devo minha vinda para a Espanha ao Galo, que me deu a oportunidade de atuar no time em 1992, numa excursão ao país. Por isso, fiz questão de deixar bem claro e agradeço a esse importante clube por ter me aberto as portas aqui na Europa”.

terceirotempo.uol.com.br

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