A explicação para a goleada do América sobre o Náutico em Recife é simples e vale para a maioria das goleadas no futebol: o dono da casa achou que o adversário era “favas contadas” e partiu pra cima. Tomou um gol, foi afoito em busca do empate, tomou mais um, continuou afoito, tomou outro e aí bateu o desespero e o Coelho fez o quarto gol.
Com o América relaxado, administrando o placar, o Náutico fez o gol de honra. Pagou pela prepotência, achando que faturaria três pontos fáceis na Arena Pernambuco. Tanto que apesar dos 4 a 1 o goleiro João Ricardo, do América, foi um dos melhores em campo, já que os pernambucanos bombardeavam desordenadamente.




2 Responses
ô timinho nojento!!!
Não vejo a hora disso cair e sumir dom mapa
Caro Chico!
Permita-me discordar de V. Sª.
A goleada do América em Recife deveu-se a uma atuação impecável de alguns setores (hoje o time já tem setores), que destaco em seguida:
1 – performance do goleiro João Ricardo;
2 – atuação perfeita por causa do entrosamento entre os alas e dois destacados para acompanhá-los ou cobri-los: Gílson e Willians;
3 – dois zagueiros incansáveis no desarme ou nos chutões, quando necessários;
4 – Renan Oliveira jogando os noventa minutos sem queda de rendimento como lhe era peculiar; Gílson, um gigante:
5 – dedo do técnico em um time considerado fraco por mim, já faz tempo.
O Náutico não tem motivo para soberba. Mesmo tendo o América perdido seis pontos, apenas três os separam na tabela. Com certeza, será o próximo a ser deixado para trás. Não fosse isto, estaríamos à frente deles.
Soberba ocorre quando o adversário é infinitamente superior, o que não é o caso. Fui uma aula do “professor” Givanildo.