Este assunto ainda vai render muito.
Vai parar no Conselho de Ética da OAB nacional.
Por enquanto, apenas na esfera midiática.
Reportagem do jornal O Tempo:
* “Liberdade de Expressão”
Associação Brasileira de Imprensa debate condenação do chargista Duke
Na ocasião, será divulgada uma carta em solidariedade ao ilustrador; Duke foi considerado culpado, em segunda instância, após publicação de uma charge sobre o jogo Cruzeiro e Ipatinga
ABI vai divulgar carta de apoio ao chargista
A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) vai debater o processo judicial movido pelo árbitro Ricardo Marques Ribeiro contra a Sempre Editora e o chargista Duke nesta segunda-feira (5). O encontro, que será realizado na sede da associação, no Rio de Janeiro, tem o objetivo divulgar uma carta em solidariedade ao chargista e de repúdio ao cerceamento da liberdade de expressão contra a charge brasileira.
Duke foi considerado culpado, em segunda instância, pela 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), após a publicação de uma charge relacionada ao jogo Cruzeiro e Ipatinga, válido pelas semifinais do Mineiro de 2010. Na ilustração, uma raposa aparece atropelada, além de um carro de polícia e dois personagens, o primeiro deles um torcedor, enquanto o segundo é um policial. Um diálogo é travado e o torcedor diz: “Primeiro o juiz assaltou o Tigre. Em seguida, o Tigre atropelou a Raposa”. Por sua vez, a autoridade policial responde “Calma aí, uma ocorrência de cada vez”.
A ilustração foi considerada ofensiva pelo árbitro da partida, Ricardo Marques Ribeiro, que também é assessor jurídico da 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, local onde o caso foi julgado. O fato do árbitro trabalhar no TJMG e, justamente na Câmara onde a ação foi julgada, causou estranheza.
Pelas redes sociais, o chargista recebeu diversas manifestações de apoio, entre eles a do jornalista Marcelo Tas, apresentador do programa CQC, da Rede Bandeirantes.
Ribeiro entrou na Justiça alegando danos morais, além de um pedido público de retratação. Segundo seu advogado, o ex-árbitro Giuliano Bozzano, “a ilustração é uma clara ofensa à classe, já que coloca o profissional, no caso o árbitro, como um bandido”. O caso deve ganhar desdobramentos. O próximo passo da Sempre Editora é solicitar um embargo declaratório e, caso ele seja negado, entrar com um recurso no Superior Tribunal de Justiça, em Brasília. Tanto a Sempre Editora quanto o chargista foram condenados a pagar R$ 15 mil ao árbitro.





0 Responses
Esse debate é bom pra não cair no esquecimento a pior arbitragem de todos os tempos
O governo que tanto lutou por direito a liberdade agora censura tudo e todos. Não foi o caso do Duke, ser censurado pelo governo, mas esse caso reflete o que vem acontecendo em todos os cantos da sociedade..
Este árbitro é afilhado de uma instituição, que, não se pode falar mal dela. Quem age ao contrário perde a boquinha… Ou é processado!
Chico, apoio total ao Duke ! Eu ja postei e vou repetir. Não existe em pelo menos 80% dos lances em que os arbitros dizem que “erraram” , duvidas sobre a intenção deles: em prejudicar (se antipatiza com o clube , dirigente, torcida, etc) ou beneficiar (claro , se for clube do coração, ou simpatiza). Não vou comentar se ha ou não “compra” porque envolve provas e sabe como é: ja ate anularam partidas a algum tempo com base em escandalo de arbitragem.
Comentei aqui o lance do jogador do Palmeiras contra o jogador do Criciuma, logo na primeira rodada. Ontem o Guerrero ajeitou escandalosamente a bola com a mão pra marcar o gol do Corintians.
Em 2012 todas analises concluiram mesmo o Galo não aproveitando chances em seus jogos, os “erros” a favor do Fluminense foram tantos (e gritantes), que o Galo seria o campeão. Então, definitivamente, nunca vou acreditar em pelo menos 80% destes tais “erros” de arbitragem. O time tera que ser muito incompetente mesmo como foi o Cruzeiro naquela ocasião, e não aproveitou os “erros” desse cidadão que esta tentando prejudicar a carreira do brilhante Duke.
Comparando os balanços dos times mineiros, temos a noção de quem saiu na frente em relação a escolha de sua casa. Vejam as arrecadações de Cruzeiro e Atletico-mg em bilheteria no ano de 2013:
Cruzeiro: 63,7 milhões
Atlético-mg: 20,1 milhões
A arrecadação do Cruzeiro foi simplesmente 3x maior.
Uma informação estranha é a respeito das cotas de TV, o Cruzeiro arrecadou menos que o Atletico-mg vejam os números:
Cruzeiro: 60,1 milhões
Atlético-mg: 71,3, milhões
No ranking de receita total o Cruzeiro ficou em 8° no Brasil, enquanto o Atletico-mg ficou em 5°. Entretanto quando se tira a receita de jogadores o Cruzeiro sobe para 6° e o Atletico-mg cai para 7°. É o Bernard que “virtualmente” injetou 66 milhões no atlético-mg esse ano.
Gostaria de saber sobre a dívida dos dois times, mas ainda não tive acesso ao balanço completo.
Fonte:
http://globoesporte.globo.com/futebol/noticia/2014/05/sao-paulo-supera-corinthians-e-tem-maior-receita-entre-os-clubes-em-2013.html
E ainda por cima , como se não bastasse querer intimidar o Duke , ele o juiz , é funcionário público do TJMG … ” é isto produção ? ” E pode ?
Honestamente Chico, não apóio nenhum tipo de censura, mas tem coisas no futebol que acho que as pessoas tem que tomar cuidado ao se expressar, do “outro lado” tem uma pessoa que pode se sentir ofendido sim, e deve ter direito a buscar reparação.
Quem tem coragem de fazer deve ter coragem de assumir as consequências, ou administrá-las.
Estamos passando por um momento de muitos casos de injúria no futebol, antes “era comum” alguém chamar o outro de macaco, o outro de bicha, o juiz ou bandeirinha de ladrão, o técnico de burro… hoje em dia isso é considerado anormal, dá polêmica pesada, pode dar até cadeia, sinal dos tempos ou frescura? O nível de competitividade levou a isso. Perder é o fim, o fracasso, e ganhar é a glória, não há meio termo.
A patrulha do politicamente correto saiu da internet para as escolas, das escolas para a rua, agora está no futebol, estão buscando um nivelamento, mas ofensa sempre existiu, acho difícil acabar assim.
Por exemplo, o caso Neto Berola x Bob Faria, acho que o Bob tem todo o direito de se sentir ofendido e buscar na justiça reparação a insinuação de que recebe para falar bem de jogadores.
Lélio, enfurecido com as injúrias ao amigo, apelou e falou mais do que deveria contra o Neto Berola e o Vitória, foi demitido (o que acho injusto) e julgado pela rua, fora o risco de processo por difamação e danos a imagem do Neto.
Neto Berola deveria ter sido pressionado pela Direção do Galo a pedir desculpas públicas, mas o galo tem um problema sério de falta de profissionais da área de comunicação, o presidente é o RP da instituição.
Chico, aliás, você que é muito ligado a informações da AMCE e da ABI, sabe dizer como estas entidades agiram em relação ao caso Neto Berola? Deram algum apoio ao Bob Faria ou mesmo ao Lélio Gustavo.
O Judiciário Mineiro está no mesmo nível da Política.
O Duke não foi censurado, muito pelo contrário. Ele desenhou e publicou p que quis, como quis. E a partir disso é responsável pelo que publica. Do outro lado há uma pessoa que se sentiu ofendida e, exercendo seu direito, buscou retratação e reparação. Buscou o caminho democrático, a justiça, e ganhou. O magistrado não proibiu o Duke de publicar nada, não impediu a circulação, não mandou recolher a tiragem. Ele simplesmente deu ganho de causa a quem se sentiu ofendido. Se amanhã o Duke quiser, novamente, chamar o juiz de assaltante, ele poderá. Certamente será processado novamente, mas poderá fazer a mesma coisa mil vezes, se desejar.
As pessoas confundem liberdade de expressão com uma autorização pra dizer o que querem, sobre quem bem entenderem, sem qualquer responsabilidade por isso. Não é assim que funciona. Tão importante quanto o direito a expressão é o direito de se sentir ofendido por tal expressão.
O caso do Duke em nada difere do caso do Lélio. Ambos disseram o que quiseram e, mesmo que de forma diferentes, foram responsabilizados pelo que disseram. Se eu concordo com a opinião dois?! Concordo com a do Duke, mas isso não quer dizer que processá-lo é o mesmo que censurá-lo.
Abraço
Já pensaram se Nélson Rodrigues fosse vivo. Ele usava e abusava da figura do “Juiz Ladrão”. Coitado do Nélson, se estive em Minas hoje seria tratado pela nossa justiça como “uma ratazana prenha”….
Bom dia a todos, lendo o Edson Morais, concordo com ele sobre a questão de defesa do arbitro, agora o estranho disso tudo é o caso ser julgado na mesma vara que o cara trabalha. Será que isso é coincidência?
Se isso acontece num simples caso de danos morais contra um auxiliar que trabalha na casa imagina o que ocorre com casos com peixe grande?
Estamos todos ferrados com nosso sistema podre, corrompido e totalmente desfavorável a quem não é peixe……
Edson e Luis Guilherme, concordo com vocês que, do outro lado pode ter um ofendido; mas o que é estranho é o vale quanto pesa da justiça brasileira, ou seja, uns falam o que quer e são absolvidos.
Eu utilizei o termo antipatia e simpatia pro juiz “errar” lances tão claros como um dia de sol. Mas se preferem, é roubo, o juiz é ladrão: rouba o trabalho, planejamento, investimento em jogadores qualificados, infraestrutura como centro de treinamento, centro fisioterapico, e etc. É serio. O cara vai pra justiça pedir punição ao Duke. E ele, responsavel por jogar por terra tudo isso que escrevi aqui, qual punição ele leva ? Fica um mes sem apitar fazendo reciclagem. Para, para com bobagem. Os caras decidem “errar” na hora por tudo aquilo que escrevi. Vou ficar ainda com o termo “simpatiza” ou “antipatiza”. Viram os lances dos jogos que citei ? PalmeirasXCriciuma na primeira rodada, Corintians ontem. Sabado , Wagner do Fluminense estava tão claramente impedido pra marcar o gol, mas o bandeira/juiz nem se manifestou. No lance seguinte o atacante do Vitoria em situação semelhante não tiveram duvida em assinalar o impedimento. Viva o futebo brasileiro !!!
Ao Thales Rosa…
Thales, a diferença nas cotas de TV dos dois times deve-se à Libertadores da América e a Copa do Brasil, que têm cotas variáveis de acordo com a fase alcançada. Como o Galo foi campeão, recebeu a cota completa da Libertadores, enquanto o Cruzeiro recebeu até as oitavas da Copa do Brasil, pois foi eliminado nesta fase pelo Flamengo. Nas demais competições – Mineiro e Brasileiro – a cota é fixa e igual para os dois clubes.
O mesmo aconteceu ano passado com Flamengo e Corinthians. Os dois têm a mesma cota pro Brasileiro, porém o Corinthians ganha mais no estadual, pois o campeonato de SP é mais valorizado que o do Rio. Ainda assim o total recebido pelo Fla foi superior em cerca de 10 milhões, uma vez que o time foi até a final da Copa do Brasil e o Corinthians foi eliminado nas oitavas da Libertadores.
Abraço
Nelson Rodrigues tomaria um processo por dia nos dias de hoje. Ok, podemos concordar com ele, mas atacar a honra de uma pessoa é algo que só deve ser feito se algo realmente puder ser provado, e olhe lá. No caso do Duke podemos concordar plenamente com a charge, chamaremos o juiz de ladrão etc. Mas uma coisa é um torcedor da arquibancada fazer isso, ou mesmo a torcida toda. Outra coisa é o sujeito veicular uma charge num jornal de grande circulação onde chama um juiz de assaltante. Adoro as charges, me divirto a beça, e a charge em questão é muito legal e bem bolada. Porém preciso dizer que ele chamou sim o juiz de assaltante e, como o juiz se sentiu ofendido, tem todo o direito a pedir a retratação. Assim é a lei, e ela vale pra qualquer um, mesmo aqueles que estavam apenas querendo fazer graça com a situação.
Abraço
Ao João e ao Clauber..
Eu entendo a opinião e a indignação de vocês. A questão é que mesmo imperfeita a justiça existe e deve existir. O caso do Duke deixa todo mundo meio indignado por que tendemos a pensar que outros fazem muito pior e nada acontece. Ok, concordo, mas não podemos utilizar as falhas da justiça para querer que ela não puna ninguém. A coisa não pode ser do tipo “ou punem-se todos ou ninguém será punido”, ou então estaremos trilhando um caminho de caos social.
Pra mim o caso é muito simples. Se o cara tem coragem pra chamar alguém de assaltante no jornal, que tenha coragem pra arcar com as consequências. Se ele tivesse feito a charge ressaltando os erros do juiz – e segundo vocês tais erros aconteceram – ele não teria sido processado e, se fosse, haveria farto materialde defesa. Porém ele chamou o juiz de assaltante, e se ele não pode provar que o tal juiz é mesmo assaltante, então ele errou e tem que pagar por isso. Jornalistas, jornais e quem tem um espaço público para veicular idéias, pensanentos e opiniões não estão isentos de terem suas publicações questionadas. Não estão acima da lei. Vejam, digamos que o juiz em questão fosse ótimo e nunca tivesse cometido um erro na vida. Daí ele vai apitar um jogo, erra como errou, e depois é chamado de assaltante, por erros de um dia. Quem ler o jornal irá tomá-lo como assaltante sempre. E, convenhamos, se o Duke podia provar que o juiz era assaltante ou mesmo estava a serviço de algum time, não o fez. E se não o fez precisa pagar por ter dito o que não deveria dizer sem provas!
É da democracia e o problema do Brasil é que tanta coisa ruim passa despercebida que ficamos aqui discutindo algo que é normal. O Duke, embora genial, vacilou!
Abraço
Fatos e opiniões estão se misturando…
Fato: Duke publicou uma charge. Alguém tem alguma dúvida de que era uma charge, de conteúdo humorístico? Não. O histórico do trabalho do autor é humorístico? Sim.
Fato: O juiz se sentiu ofendido. Alguma dúvida sobre isto? Não. Mas a lei beneficia a pessoa que se considerar ofendida? Não. No direito ocidental, o “julgamento pelos pares” se faz para se determinar se os atos de alguém fazem sentido na sociedade naquele tempo. Não é a interpretação individual de uma pessoa que caracteriza uma ofensa. Tem de haver um interpretação similar pela maioria da sociedade. Senão, processos entre torcedores iriam lotar o sistema judiciário, que já é cheio de frivolidades…
Fato: o processo tem um andamento muito rápido. Estamos em 2014, e o processo já teve julgamento de segunda instância. O andamento deste processo (link), é de deixar a justiça de outros países com inveja! Será que isto é o novo normal no Brasil?
O fatos são poucos, mas as interpretações possíveis são muitas. Minha interpretação é que este processo envergonha o Brasil. Gente morrendo em estádios e processos de morte nos mesmo estádios parados há anos. E a “justiça” acha urgente discutir uma charge?!
Outro dia o presidente do Cru Cru soltou os cachorros na cbf, após o jogo contra o São Paulo, disse que o árbitro favoreceu o São Paulo, porque o presidente do São |Paulo era advogado da cbf e o presidente da cbf foi vice presidente do São Paulo. Ninguém iscuitou, a rádia nun falô, o jorná num pubricô; e vida que segue.
Amigo Doroteu, ops Chico! os ares de nossa amada Minas Gerais mudaram… Desde o tempo do Fanfarrão Minesio (leia-se aecio neves) ninguém não pode falar nada, há perseguição e retaliação. Todos são amigos do rei. Parte da imprensa, judiciário, MP, PM, etc… um arranjo bem feito que persegue e destroi quem questiona ou denuncia algo.
E
desde as Cartas Chilenas, o profeta Tomás Antônio Gonzaga, já nos avisava de forma satírica o que se passaria no reino de Minas: Sim, sim, amigo, são quatro anos sem liberdade de imprensa na terra da liberdade…
Abs
Nelson
Essa justiça brasileira a troco de bosta e muito cara. E não me censure Chico Maia, eu tenho o direito de ser processado.
Estou curioso Chico, o arbitro em questão é assessor de que juiz ou desembargador, conselheiro do cruzeiro, isto procede?
Alto nível na discussão! Valeu Galera!
É uma pena, mas hoje em dia, ou você crítica na penumbra, sem citar ou fazer alusão a ninguém, ou faz com a prova na mão, fora isso, vira um Cajuru… contra tudo e todos…
Muito pertinente o terceiro ponto levantado pelo Alisson Sol.
É de se estranhar mesmo tanta rapidez!
Farei aqui um exercício de ficção (sem paixão clubística, por favor)
O árbitro, além de trabalhar no TJMG, tinha como chefe um conselheiro do Cruzeiro na gestão Perrela.
Perrela é amigo de Aécio.
Aécio não costuma lidar bem com críticas.
Denúncias bem fundamentadas na internet sobre interferência de Aécio e irmã para censurar a imprensa em MG.
Duke é um chargista que tem coragem de criticar Aécio e apontar falhas da gestão tucana em Minas.
São apenas fatos isolados…mera coincidência.
Queremos a CPI do Mineirão. Quem é contra?
Edson Morais,
respeito muito sua opinião, mas discordo. Casos de Duke e Lélio são totalmente distintos.
Chamar juiz de “ladrão” é algo que faz parte do nosso folclore. O Duke não disse nada a respeito da vida pessoal do Ricardo. Se fizesse charge o acusando, injustamente, de desvio de dinheiro no tribunal, por exemplo, aí sim. Mereceria a condenação.
O Lélio se valeu de palavrões para ofender um jogador que criticou outro profissional da imprensa. E o Lélio foi demitido pela empresa que o empregava, por esta entender que a conduta era incompatível com seus princípios.
Lélio não foi processado na Justiça nem condenado….pelo menos por enquanto.
Sem falar, como lembrou bem o Alisson, que neste caso a “Justiça” tramitou o processo numa rapidez incrível.
Paulo, boa tarde. Entendo o que você diz, mas tanto quanto o outro exerceram com liberdade seu direito de opinar e tiveram que arcar com as consequências. A diferença foi o comportamento das empresas onde eles trabalham. Enquanto uma resolveu demitir, a outra resolveu preservar a liberdade que dá ao seu empregado e o manteve, e acabou sendo processada e condenada junto com ele. São posturas diferentes.
Em todo caso o que eu quis deixar bem claro é que o Duke não foi censurado, como a foto com a tarja preta afirmou. Não houve censura, de maneira alguma. Cabe ao Duke, se assim desejar, recorrer se ainda for possivel.
Quanto ao andamento do processo é outro ponto que precisamos ver. Estamos tão acostumados com a lentidão que a celeridade causa espanto e ilações sobre conluios etc. É complicado!