Recomeçar, apostando na base

No sábado, o Coelho praticamente deu adeus às pretensões de voltar à Série A de 2013, com a derrota para o Atlético-PR. Foi um grande jogo, possivelmente o mais emocionantes do Campeonato até agora, porém, perdeu; e essa derrota põe uma pá de cal no sonho que ainda persistia de uma reação e a conseqüente vaga entre os quatro que subirão. 

A saída

Não vejo outra saída para o América que não seja apostar decisivamente nos excelentes jogadores da base, começando pelo Campeonato Mineiro. Que faça da competição um bom laboratório para montar um time competitivo para a Segunda Divisão nacional de 2013. Apure bem quais veteranos que têm o perfil para ajudar aos ex-juniores neste recomeço, sustentável. Certamente a torcida entenderá e ser tolerante.

Ótima charge do Duke, hoje, no Super Notícia.

DUKE

Ronaldinho só não fez chover chuva de verdade!

13 Responses

  1. No caso do América, se continuar com esse papo de série A vai acabar parando na série C. Depois de três derrotas seguidas, a ordem agora é zerar qualquer chance de rebaixamento e visar o ano que vem.
    Vale para o Cruzeiro o mesmo: tá na hora de parar de pensar em G4. Do contrário esse G4 vai acabar virando um Z4, e em 2011 isso quase aconteceu. Faltam apenas nove pontos!

  2. Todos sabemos da dificuldade de se cassar o mandato de um político, quando algum deles chega a ser cassado podem ter certeza que o destinto tem “culpa no cartório”, aí vem meus nobres colegas eleitores e votam no cara de novo, será que é masoquismo, desequillibrio mental, hipnotismo.
    Como manter esperança neste país é dificil…

  3. Ronaldim : -certeza de show. Genial !!! A permanencia dele no Galo tem de ser anunciada logo. Não podemos esperar pelo final do ano. Ele faz a diferença e demostra um enorme profissionalismo. Vai Kalil !!! twita aí a renovação deste monstro sagrado !!!!

  4. O América MG está no lugar dele mesmo, a série B. Não vamos ser hipócritas e imaginar que ele é time de série A, pq não é. Não falo como provocação, apenas com sinceridade.

  5. E essa paixão dos atleticanos pelo américa é fácil de explicar. O time entrega toda final de campeonato para o galo.

    Aí eles começam a transformar o américa em time grande, igual eles fazem com os “ídolos” deles.

  6. Todo castigo é pouco para o América.

    Por várias vezes, entregou de graça jogadores para o Cruzeiro.

    Em 2011, quando já estava rebaixado, jogou como nunca, venceu o Atlético-PR e salvou o Cruzeiro do rebaixamento.

    Hoje, disputa a série B cheio de ex-jogadores em atividades vindos do Cruzeiro.

    Até respeito a sua torcida, cheia de pessoas bacanas e de bom nível.

    Mas o time e a diretoria tem mais é que se ferrar mesmo.

  7. Postaram aí (sic) “E essa paixão dos atleticanos pelo américa é fácil de explicar…”, porém, esqueceram de uma ressalva: eu, Marcão de Varginha, não possuo procuração prá representar a eterna maior torcida mineira de todos os tempos; ademais, sou simpatizante do América-MG, sentimento esse que é o mesmo que os celestes nutrem pelo seu clube. “Só” isso, nada mais…

    – Os dramáticos… eles merecem! hehe…

  8. Grande Marcão de Varginha!
    Agora tenho certeza de que o título de “amigo do América” foi mais do que merecido. Infelizmente, não penso assim mais. O Chico está certo: a vaca foi para o brejo.

    Triste aceitar a realidade do Paulo Henrique. A base, outrora respeitada em todo país, hoje (e já há bastante tempo) assiste aos jogos da arquibancada. Nem banco.

    E o alerta do Marcos? Sinistro. Precisa logo de arranjar mais seis pontinhos. E esquecer o tal de G4. Milagres acontecem? Não com o América, jogando com este time de ex-atletas.

  9. Depois de um intervalo, pra minha felicidade voltei ao novo Independência justamente no dia em que Ronaldinho resolveu dar um show com o manto alvinegro.
    EU só tinha ido contra o Corínthians na 2ª rodada. Desta vez resolvi abrir mão do conforto da TV a cabo e do sofá de casa e não me arrependi.

    Fantástico o “dentuço”. Fantástica a torcida do Galo. Fantástico também, infelizmente, o Diego Cavalieri que mais uma vez salvou o Florminense de um tropeço. O time tricolor do Rio está “kgado”. Toma sufoco, mas vence, seja com um golzinho solitário, ajuda do juiz (constante) ou os milagres do ex-goleiro do Palmeiras (que inexplicavelmente, ou melhor, muito EXPLICAVELMENTE não é convocado pra seleção).

    Saí do Independência feliz com o que vi, acho que nós torcedores mineiros de forma geral há muitos e muitos anos não tínhamos a chance de presenciar in loco um jogador com uma produtividade tão grande em um único jogo e com lances magistrais, longe da mesmice dos jogadores mecanizados.

    Um jogo para entrar na memória do futebol mineiro, não pelo resultado a favor do Galo que nem é tão raro assim, mas sim pelas obras-de-arte que o inspirado Gaúcho nos presenteou.

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