Presente do meu pai, saudosíssimo Vicente Barbosa Duarte, que não era atleticano, mas a irmã mais velha dele, tia Geralda, era demais.

Guardo essa relíquia há quase 60 anos, com o maior carinho, lembrando como se fosse hoje, o meu pai chegando de Belo Horizonte com este compacto que tinha acabado de ser lançado em “33 rotações”, pela gravadora CBS/Bemol.

E para todo atleticano que gosta de cantar o hino, aqui está, na contracapa desse compacto, a letra original, do Vicente Mota. Raramente ouve-se o hino cantado corretamente nas arquibancadas ou nas ruas.
O Atlético nasceu em 1908 e se tornou o gigante que é, graças à paixão e trabalho de milhões ao longo desse tempo todo, dentro e fora de campo. Na diretoria, nos gramados e principalmente na torcida, seja presencialmente ou de muito longe, só propagando ou adquirindo coisas do clube.
Mesmo nesses novos tempos, de Sociedade Anônima do Futebol – SAF -, o Galo é imortal, pode ter dono no papel, mas na prática não. As pessoas passam, a instituição fica!


